LIÇÃO
8 – 25 de Agosto de 2013
- BETEL
TEXTO
AUREO -
“Digo-vos
que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende,
mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de
arrependimento”.
Lc 15.7
VERDADE
APLICADA
- Os
lares e os casais cristãos têm que funcionar como um refúgio para
proteger pessoas, princípios e valores, como redis e pastores para
guardar aqueles que podem se perder.
TEXTOS
DE REFERÊNCIA – Lc 15.4; 15.7-8; 15.11-12
15.4
- Que
homem dentre vós, tendo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa
no deserto as noventa e nove e não vai após a perdida até que
venha a achá-la?
15.7
- Digo-vos
que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende,
mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de
arrependimento.
15.8
- Ou
qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não
acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a
achar? 15.11
-
E
disse: Um certo homem tinha dois filhos. 15.12
- E
o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte da fazenda que
me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda.
Introdução
- A
maioria dos crentes, com conhecimento bíblico e vivência cristã,
percebe que muitas porções da Bíblia têm um sentido primário e
literal, porém possui também sentidos proféticos para cumprimentos
futuros e vários sentidos para aplicação prática à vida de seus
ouvintes e leitores, bem como à Igreja em geral. Este é o caso das
Parábolas de Resgate, por isso, nesta Lição, extrairemos delas os
sentidos práticos aplicáveis à Família Cristã.
1.
A ovelha perdida - Em
Mateus, a Parábola da Ovelha Perdida é precedida; de ensinamento
sobre a humildade; da necessidade de cuidado com aqueles que, entre
os judeus, eram considerados “socialmente insignificantes”,
“economicamente desprovidos” e “teologicamente ignorantes”,
aos quais Jesus chama de “pequeninos” e os compara a crianças
tenras e também da necessidade daqueles que se consideravam
superiores se comportarem de modo responsável, a fim de não
escandalizarem os pequeninos. Em Lucas ela é antecedida da
informação de que os fariseus murmuravam contra Jesus, por este
receber, ensinar e confraternizar-se com pecadores e é sucedida pela
Parábola do Filho Pródigo. Depois desta rápida avaliação,
consideremos: A
ovelha quase sempre perde a sua direção, pois têm a inclinação
de se dispersar, necessitando assim de um guia. Todo pastor tinha uma
responsabilidade por uma das ovelhas; se uma sumisse e o pastor não
provasse que ela havia sido morta por um predador, precisaria pagar
por ela. O fato de deixar as noventa e nove ovelhas não implicava
que o pastor não se importasse com elas. Essas noventa e nove
estavam em segurança, enquanto a ovelha perdida corria perigo. O
fato de o pastor sair à procura de uma ovelha é prova de que cada
um dos animais era importante para ele.
Sempre
que ajudamos a conduzir uma alma perdida a Cristo, experimentamos
maravilhosa alegria interior. Outros se alegram conosco, quando
compartilhamos a boa notícia de que a família de Deus tem mais um
filho. Além disso, há alegria no céu.
Quando
uma menina judia se começava um compromisso com seu noivo, usava um
colar no pescoço com dez moedas de prata para indicar que agora era
uma mulher compromissada. Assim como nós hoje usamos como símbolo
de compromisso com o esposo, uma aliança; e o costume judaico usar
um colar com dez dracmas como aliança de casamento, e seria uma
vergonha a perda de uma dessas moedas.
As
casas na Palestina eram escuras, com janelas pequena que não davam
nenhuma claridade interna, de modo que a mulher precisou acender uma
candeia e procurar por toda a parte até achar a moeda perdida;
podemos imaginar a alegria dela ao encontrá-la.
Estar
perdido também significa estar impossibilitado de servir.
Um
pecador perdido não pode experimentar a plenitude enriquecedora que
Deus tem para ele em Jesus Cristo. Mas invertendo tudo isso, ser
"encontrado" (salvo) significa estar de volta ao lugar
certo (reconciliado com Deus), ter a possibilidade de servir (a vida
tem um propósito) e fora de perigo. Não é de se admirar que a
mulher alegraram-se e convidaram as amigas para compartilhar essa
alegria!
Hoje
em dia, é fácil ler essa parábola sem dar muita atenção a sua
mensagem, mas quem a ouve pela primeira vez deve ficar surpreendido.
Jesus estava dizendo que Deus procura os pecadores perdidos!
Os
escribas e fariseus se esqueceram que Deus é como um Pai que se
compadece de seus filhos rebeldes.
1.1.
Algumas características da ovelha - A
ovelha é o animal mais dócil e de mais fácil trato,
embora tenha os seus defeitos. Por exemplo, a mãe abandona a cria
para responder ao seu instinto de viver em grupo, visto que os
cordeirinhos não têm condição de acompanhar a marcha do rebanho
adulto. Sua atenção se dispersa facilmente, podendo ser atraída
para uma direção diferente daquela em que o pastor conduz o
rebanho, ou simplesmente se deter por conta de alguma distração e
ficar para trás. Por ser um animal doméstico, a ovelha depende do
pastor para tudo. O pastor que conhece o rebanho e o valoriza, está
habituado a estas situações, faz sempre uma vistoria no caminho por
onde seguiu o rebanho, além, é claro, de contar as ovelhas, para
ter a certeza que não fica para trás alguma cria abandonada ou
alguma ovelha desatenta.
1.2.
As ovelhas perdidas dos lares cristãos - Considerando
que a família cristã é a comunidade básica da Igreja, o que se
aplica a esta, também se aplica àquela. Assim, a família é um
pequeno rebanho e o lar é o redil. No lar; a ovelha perdida pode ser
aquele filho ou filha que ao chegar à adolescência foi-se
deslumbrando com o mundo fora das fronteiras seguras de casa, que
inicialmente é apresentada a eles pela TV e depois pelo ambiente
escolar ou com o modo de vida de colegas cujas famílias não
pertencem ao Grande Rebanho. Ao receber um pouco de autonomia,
distancia-se do seu grupo de origem, a família, e aproxima-se de um
grupo que atenda e satisfaça a sua curiosidade juvenil e passa a
adotar a linguagem, os hábitos, o comportamento e os vícios das
“ovelhas” daquele novo “aprisco”.
Os pais sempre percebe essa fase de deslumbramento. Alguns só se dão
conta do fascínio que o modo de vida de garotos e garotas; de outras
medis exercem sobre seus filhos depois que os perdem. Normalmente
isso ocorre porque ambos os pais trabalham fora de casa e não
dispõem de tempo para orar com os filhos, para o culto doméstico e
para acompanhar o desenvolvimento e as inclinações deles. Mas há
outros motivos, entre os quais o despreparo com que moços e moças
se casam.
1.3.
Perdedores de ovelhas - No
aprisco familiar todos são ovelhas, mas os
pais representam a Cristo, o Sumo Pastor, no cuidado dos filhos, o
marido no cuidado da esposa e esta O representa no cuidado do marido.
Os pastores do aprisco familiar são responsáveis diretos pela perda
de ovelhas. A mulher que perde o foco de sua principal missão e
tarefa, que é a de ser uma boa esposa e criar filhos para Deus, e se
fixa em outros objetivos, legítimos e dignos, mas que concorrem
contra a sua missão principal, peca contra o lar. O mesmo acontece a
homens que negligenciam a missão de maridos e pais, sob o pretexto
de que têm que trabalhar duro para cumprir o papel de provedores.
Tais mulheres e homens correm o sério risco de verem o cônjuge ou
os filhos se transformarem em ovelhas perdidas. Na verdade, muitos já
os perderam e não sabem, pois ainda vivem na mesma casa,
compartilham a cama, a mesa, a TV da sala, etc. Mas isso é tudo. Não
há diálogo, respeito, satisfação, consideração, obediência,
cooperação, amor, cumplicidade, carinho, afeto, entre outras coisas
próprias do lar. Estas coisas buscam noutros pastos e redis, e, se a
situação não mudar, haverá um dia em que não encontrarão mais o
caminho de volta.
2.
A dracma perdida - A
dracma, por ser um objeto inanimado, não sente nada pelo seu
possuidor. Também não pode tomar a iniciativa de se separar do dono
ou de seu grupo e perder-se. Por isto, a Dracma Perdida é totalmente
isenta da responsabilidade por sua condição de perdida. Estas
características fazem com que a figura da dracma tenha muitos
significados e aplicações: Hoje
estamos diante de uma geração que se joga tudo fora, "quebrou,
joga fora". Temos que rever nossos conceitos e deixar a Palavra
de Deus reinar em nossos lares. Exemplo: Uma família antiga, quando
quebrava uma xícara, eles colavam com durapóx e pintava onde colou
com um esmalte da mesma cor da xícara; hoje, é diferente, quebrou
joga fora e compra outro.
Se
perdermos algum valor em nossos lares, vamos ascender a candeia do
Espírito Santo.
2.1.
Filhos pequenos - Pode
significar nossos filhos pequenos, os quais temos a obrigação de
guardar para que seus espíritos, mentes e emoções não sejam
contaminados por nada e por ninguém.
Porém, muitas vezes, nós mesmos, pai e mãe, manchamos suas almas
com brigas de casal, falatórios vãos, murmurações, contendas,
malquerença, expondo-os a situações e ambientes impróprios para
eles, ou os deixamos à míngua de alimentos espirituais e de apoio
na formação emocional; há pais que até abusam sexualmente de seus
filhinhos ou enteados. Também negligenciamos seus talentos,
habilidades e vocações e, um belo dia, notamos que eles cresceram,
mas suas capacidades natas não progrediram junto com seus corpos.
Não amadureceram espiritual, moral, intelectual e emocionalmente;
porventura foram marcados por traumas, que sequer desconfiávamos que
houvessem sofrido. Outras
vezes os deixamos aos cuidados de terceiros, que além de não
possuírem para com eles o mesmo senso de dever e o mesmo amor e
respeito que cabe aos pais, há casos de abuso sexual e violência
física contra os pequeninos, cometidos por babás e cuidadores os
quais transmitem princípios e valores nem sempre benéficos à
formação do caráter de nossas crianças.
2.2.
Valores e princípios cristãos - As
dez dracmas podem significar ainda a soma total dos valores e
princípios cristãos que devem reger nossa vida espiritual, afetiva,
conjugal, profissional e social, como também as vocações e
ministérios que deveriam ser descobertos e desenvolvidos na
disciplina doméstica. A que foi perdida fala daquela parte do valor,
vocação e ministério que existe, mas, em algum momento, por falta
de fervor, zelo, atenção, dedicação, de uso de investimentos
adequados e de prioridades, perdeu-se dentro de nós mesmos e por
consequência, dentro da nossa casa, no seio da nossa família e está
ausente nas nossas relações: com Deus, com a Igreja, com a
sociedade, com parentes e amigos, com nossos colegas de trabalho,
patrão, profissão, negócios, com as atividades sociais, com o
cônjuge, com os filhos e com a criação e educação que damos a
eles.
Uma
moeda só se perde se tiver um descuido por parte de alguém.
Infelizmente existe muitos descuidos em lares, é triste quando algum
descuido em casa pode resultar na perda de uma alma, ou de um valor
matrimonial.
2.3.
O cuidado que devemos ter com tudo o que Deus nos confia -
Cotidianamente
temos que contar “nossas dracmas”. Não podemos ficar acomodados
quando notarmos uma perda, mesmo que seja aparentemente pequena. O
cuidado de infundir em nossos pequeninos os valores que Deus nos deu,
os princípios espirituais, éticos e morais aprendidos na Escritura
Sagrada; de desenvolver neles os talentos e as vocações, bem como
de ensinar-lhes a aproveitar as oportunidades e tudo o mais que Deus
nos dá, não somente é útil a conservação de Suas dádivas, mas
também à multiplicação delas e à demonstração do quanto somos
gratos ao Senhor. Tal cuidado é necessário também para que
aprendam a valorizar as coisas mais excelentes, diminuindo assim os
riscos de que se tomem “filhos pródigos” ou “Esaús”.
3.
O filho pródigo - Na
Igreja, o pródigo representa aquele crente que pensa que tem
maturidade e preparo espiritual suficiente para levar uma vida longe
do convívio dos irmãos e da disciplina e proteção pastoral.
Decide então se emancipar e romper qualquer vínculo com a
congregação. Ao se afastar, porém, do seu ambiente de fé, de
doutrina, do cuidado pastoral e do amor dos irmãos, desperdiça seus
dons e talentos e se perde nos encantos enganosos do mundo. No que
diz respeito à família cristã, o filho pródigo representa:
Pródigo
quer dizer "esbanjador", o pai não saiu à procura do
filho, mas foi a lembrança da bondade do pai que levou o rapaz ao
arrependimento e ao perdão.
De
acordo com a lei judaica, a parte da herança do filho mais velho
correspondia ao dobro da parte dos outros filhos, e, se o pai assim o
desejasse, poderia distribuir a riqueza ainda em vida. O filho mais
novo agiu dentro da lei quando pediu sua parte dos bens e mesmo
quando os vendeu, mas não foi um gesto amoroso de sua parte. Foi
como dizer ao pai: "Gostaria de te ver morto!".
Sempre
que damos mais valor a coisas do que a pessoas, mais importância ao
prazer do que ao dever e nos interessamos mais pelas paisagens
distantes do que pelas bênçãos em nosso próprio lar, estamos
procurando problemas. O filho pródigo aprendeu do jeito difícil que
é impossível desfrutar as coisas que o dinheiro pode comprar ao
ignorar as coisas que o dinheiro não compra.
O
filho mais novo sonhava em "desfrutar" sua liberdade longe
do pai e do irmão mais velho. O filho perdeu-se por obstinação,
desejava fazer as coisas a sua maneira, por isso se rebelou contra o
pai, entristecendo profundamente o coração dele. Mas a vida na
terra distante não era o que o jovem esperava. Seus recursos
esgotaram-se, seus amigos o deixaram, veio a fome, e o rapaz foi
obrigado a fazer por um desconhecido o que havia se recusado a fazer
pelo pai: trabalhar! O rapaz pensou que "se encontraria",
mas, na verdade, se perdeu! Quando Deus é deixado de fora da vida, o
prazer transforma-se em escravidão. Arrepender-se significa "mudar
de ideia – mudar de direção", e foi exatamente isso o que o
rapaz fez enquanto cuidava dos porcos. Ele "caiu em si", o
que indica que, até então, estava "fora de si".
O
rapaz mudou de ideia sobre si mesmo e sobre sua situação e admitiu
que era um pecador. Reconheceu que o pai era um homem generoso e que
servir na casa dele era melhor do que ser "livre" naquela
terra distante. É a bondade de Deus, não apenas a maldade do homem,
que nos conduz ao arrependimento. Se o rapaz tivesse pensado apenas
em si mesmo, na fome, na saudade e na solidão teria entrado em
desespero. Mas suas circunstâncias difíceis o ajudaram a ver o pai
sob outra ótica, e isso lhe deu esperança. Se o pai era tão bom
com os servos, talvez se mostrasse disposto a perdoar um filho. Se o
rapaz tivesse parado nesse ponto, só teria sentido pesar e remorso,
mas o verdadeiro arrependimento implica não apenas a mente e as
emoções, mas também em nossa vontade.
3.1.
O membro da família que escolhe se perder - O
Pródigo representa aquele filho ou filha que foi criado em um lar
onde nenhuma “dracma” se perdeu, onde todos os valores,
princípios e cuidados necessários à criação e formação de uma
pessoa, bem como o desenvolvimento dos dons e o treinamento para uso
adequado dos talentos foram utilizados, para a glória de Deus. Mas
quando este filho ou filha tem a oportunidade de escolher, rejeita
tudo o que recebeu de sua família, exceto bens e recursos
econômicos, e reclama independência completa.
Os pais, por respeito à liberdade de escolha do filho, concedem-lhe
a desejada emancipação.
Uma
vez longe da tutela dos pais, se enveredam por caminhos tortuosos,
escorregadios, escuros e perigosos. Pais cristãos, assim, como o
amoroso e esperançoso pai da Parábola, jamais devem desistir
daquele filho que escolheu se perder. Antes devem cuidar de manter
abertos os braços e o coração para recebê-los quando ele decidir
voltar aos princípios e valores dantes rejeitados, ou para o lar,
literalmente.
3.2.
Um cônjuge que se afasta do lar sem motivo justificável - O
filho pródigo também representa uma pessoa casada, que mesmo tendo
um cônjuge dedicado, amoroso, carinhoso, que satisfaz sexualmente, e
em tudo o mais, acha que o casamento é uma espécie de prisão.
Busca a liberdade e, no uso dela, dá preferência a programas que o
cônjuge não pode ou não gosta de participar, diversões impróprias
para pessoas casadas e para filhos de Deus.
3.3.
Um extraviado responsável por seu próprio extravio - O
filho que se perdeu não pode ser enquadrado no mesmo molde da ovelha
perdida que, por ser irracional, poderia ter sido treinada a agir do
modo como o pastor esperava, mas não poderia ser responsabilizada
por suas ações. O pastor é o único responsável por seu extravio.
Também não se encaixa na forma da dracma que a mulher perdeu dentro
de casa, pois a moeda é um objeto inanimado, e como tal jamais
poderia fazer coisa alguma, voluntária ou involuntariamente. Seu
proprietário é responsável por qualquer coisa que lhe aconteça.
Entretanto, o filho pródigo é um ser racional e volitivo. Ninguém,
a não ser ele mesmo, é responsável por seu extravio. Assim, os
pais, ou o cônjuge (quando é o marido ou a mulher que se afasta sem
motivo justificável) não são culpados e nem devem cultivar nenhum
sentimento de culpa pelo afastamento deles. Mas,
precisam manter o coração aberto, ficar atentos ao menor sinal de
retorno e criar no lar um ambiente mais acolhedor possível para
receber “o pródigo” quando ele voltar.
Mesmo tendo cumprido bem o seu papel, como cônjuge, pai ou mãe e
acontecido que algum familiar tenha dado as costas ao lar não somos
culpados, pois nós somos responsáveis ou culpados por nossos atos.
Conclusão
- Para
evitar perdas e regatar o que já se perdeu, lembremo-nos de que Deus
coloca dentro das nossas relações pessoas para pastorear sobre nós
e outras as quais devemos pastorear. Recebamos com gratidão a
direção e o amor cuidadoso das primeiras e tratemos com zelo
desvelado as últimas, sem jamais desistirmos delas.
Verificamos que é normal que adolescentes e jovens tenham
curiosidade e até certo encantamento pela vida de colegas da mesma
idade. Devemos formar no lar um ambiente adequado para preservar a
integridade física, emocional e espiritual.
QUESTIONÁRIO
1.
Entre os gados, qual o animal mais dócil e de mais fácil trato? R:
A ovelha
2.
Qual a representação dos pais no
lar? R: Os pais
representam a Cristo, o Sumo Pastor no cuidado dos filhos, o marido
representa-o no cuidado da esposa e esta O representa no cuidado do
marido.
3.
Em relação aos filhos como é a representação da dracma perdida?
R: Representa os
filhos pequenos, aos quais temos a obrigação de
guardar para que seus
espíritos, mentes e emoções não sejam contaminados.
4.
Quando o pródigo tem oportunidade de escolher, o que ele não
rejeita? R: Não rejeita os bens e
recursos econômicos, e reclama independência completa.
5.
O que fazer em relação ao pródigo se ele quiser voltar? R:
Manter o coração aberto, ficar alento ao menor sinal de retomo e
criar no lar um ambiente mais acolhedor possível para recebê-lo.
2 comentários:
Gloria Deus
Continue a fazer esse grande trabalho e que Deus abençoe o senhor e sua familia.
Amém meu amado.
Atualize seu blog que estou seguindo.
Deus abençoe você e família.
Postar um comentário