LIÇÃO 5 – 04 de Agosto de 2013 - BETEL
Texto Áureo - ‘‘Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.” Jo 13.15
Verdade Aplicada - A comunicação e o estabelecimento no lar de padrões baseados em princípios bíblicos são fundamentais para a edificação de uma família plenamente bem sucedida.
Textos de Referência - Jo 13. 3-5; 12-15 - 3 - Jesus, sabendo que o Pai tinha depositado nas suas mãos todas as coisas, e que havia saído de Deus, e que ia para Deus, 4 - levantou-se da ceia, tirou as vestes e, tomando uma toalha, cingiu-se. 5 - Depois, pôs água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugá-los com a toalha com que estava cingido. 12 - Depois que lhes lavou os pés, e tomou as suas vestes, e se assentou outra vez à mesa, disse-lhes: Entendeis o que vos tenho feito? 13 - Vós me chamais Mestre e Senhor e dizeis bem, porque eu o sou. 14 - Ora, se eu. Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. 15 - Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.
Textos de Referência - Jo 13. 3-5; 12-15 - 3 - Jesus, sabendo que o Pai tinha depositado nas suas mãos todas as coisas, e que havia saído de Deus, e que ia para Deus, 4 - levantou-se da ceia, tirou as vestes e, tomando uma toalha, cingiu-se. 5 - Depois, pôs água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugá-los com a toalha com que estava cingido. 12 - Depois que lhes lavou os pés, e tomou as suas vestes, e se assentou outra vez à mesa, disse-lhes: Entendeis o que vos tenho feito? 13 - Vós me chamais Mestre e Senhor e dizeis bem, porque eu o sou. 14 - Ora, se eu. Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. 15 - Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.
Subsídio Teológico - Jesus sabia que o Pai havia lhe dado todas as coisas. Mesmo em sua humilhação, Jesus possuía todas as coisas por meio do Pai. Era pobre e, no entanto, era rico. Pelo fato de Jesus saber quem era, de onde havia vindo, o que possuía e para onde estava indo, encontrava-se inteiramente no controle da situação. Como cristãos, sabemos que nascemos de Deus, que um dia vamos para junto de Deus e que, em Cristo, temos todas as coisas; assim, devemos ser capazes de seguir o exemplo de Cristo e de servir aos outros.O que Jesus sabia contribuiu para determinar o que ele fez. Os discípulos devem ter ficado estarrecidos quando viram o Mestre levantar-se da mesa onde ceavam, colocar de lado seu manto, envolver a cintura com uma toalha, tomar uma bacia de água e lavar os pés deles. Os servos judeus não lavavam os pés dos senhores; às vezes, os escravos gentis faziam esse serviço. Era uma tarefa humilhante, e Jesus a realizou. Um anfitrião ou anfitriã poderia lavar os pés de um convidado como sinal especial de afeição, mas não era uma prática comum. Jesus sabia da existência de um espírito competitivo no coração de seus discípulos. Na verdade, poucos minutos depois, esses mesmos homens estariam discutindo entre si para saber qual dentre eles era o maior (Lc 22.24-30). Jesus lhes ensinou uma lição inesquecível sobre a humildade e, com seus gestos, repreendeu seu egoísmo e orgulho. Quanto mais refletimos sobre essa cena, mais profunda ela se torna. Sem dúvida, é uma ilustração perfeita daquilo que Paulo escreveu anos depois em Filipenses 2.1-16. É possível que Pedro tenha se lembrado desse acontecimento ao escrever sua primeira epístola instando seus leitores a "[cingir-se] todos de humildade" Muitas vezes, confundimos "os humildes de espírito" (Mt 5.3) com os "pobres de espírito", e a verdadeira humildade com timidez e inferioridade. Certa vez, pediram ao grande escritor inglês Samuel Johnson que preparasse um sermão para o funeral de uma menina. Disseram-lhe que a menina era gentil com pessoas inferiores a ela. Johnson respondeu que isso era louvável, mas que seria difícil determinar quem eram essas pessoas! O Pai depositou todas as coisas nas mãos do Filho e, no entanto, Jesus pegou uma toalha e uma bacia! Sua humildade não vinha de sua pobreza, mas sim de sua riqueza. Era rico e, no entanto, se fez pobre (2C o 8.9). De acordo com um provérbio malaio: "Quanto mais repleto de grãos é o cacho de arroz, mais ele se curva". É impressionante como o Evangelho de João revela a humildade de Jesus, mesmo quando exalta sua divindade: "O Filho nada pode fazer de si mesmo" (Jo 5.1 9, 30). "Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade" (Jo 6.38). "O meu ensino não é meu" (Jo 7.16). "Eu não procuro a minha própria glória" (Jo 8.50). "A palavra que estais ouvindo não é minha" (Jo 14.24). Sua expressão suprema de humildade foi a morte na cruz. Jesus era o Soberano, no entanto assumiu o lugar de servo. Tinha todas as coisas em suas mãos, no entanto pegou uma toalha. Era Senhor e Mestre, no entanto serviu aos seguidores. Alguém disse bem que humildade não é pensar em si mesmo como alguém inferior; antes, a verdadeira humildade é esquecer-se de si mesmo. A verdadeira humildade se desenvolve do nosso relacionamento com o Pai. Se nosso desejo é conhecer e fazer a vontade do Pai para que possamos glorificar seu nome, experimentaremos a alegria de seguir o exemplo de Cristo e de servir aos outros.
Jesus serviu aos discípulos por causa de sua humildade e de seu amor. É interessante contrastar João 13.1 com 1.11 e 3.16: Jesus veio "para o que era seu [o mundo], e os seus [as pessoas] não o receberam". "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira." No cenáculo, Jesus ministrou em amor a seus discípulos, e eles receberam Cristo e suas instruções. O texto grego de João 13:1 diz: "Ele os amou ao extremo". Do mesmo modo, como família, os pais terão que viver o exemplo de Jesus para transmitir isso aos filhos.
A chave desta passagem é João 13:15: "Porque eu vos dei exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também". A sequência é importante: humildade, santidade e, depois, felicidade. Aristóteles definiu a felicidade como "boa fortuna aliada à virtude uma vida aprazível e segura". Isso pode ser suficiente para um filósofo, mas não basta para um cristão! A felicidade é resultado de uma vida conduzida dentro da vontade de Deus. Quando servirmos a outros humildemente, andarmos em seus caminhos de santidade e obedecermos a suas ordens, então desfrutaremos a verdadeira felicidade.
Jesus perguntou a seus discípulos se haviam entendido seu gesto, o que era pouco provável. Portanto, explicou: dera-lhes uma lição sobre o serviço humilde, um exemplo a ser seguido. O mundo acredita que a felicidade é resultante de ser servidos por outros, mas experimentamos a verdadeira alegria quando servimos a outros em nome de Cristo. O mundo está sempre buscando a felicidade, mas isso é como perseguir o vento, pois nem uma coisa nem outra está a nosso alcance. Jesus era seu Mestre, de modo que tinha todo o direito de ordenar que lhe servissem. Em vez disso, porém, foi ele quem lhes serviu! Deu-lhes um exemplo do verdadeiro ministério cristão. Talvez os discípulos se lembrassem da lição sobre a criança, ou de como Jesus repreendeu Tiago e João quando pediram tronos no céu. Aos poucos, tudo se encaixava. O servo (escravo) não é maior que seu senhor; assim, se o senhor tornar-se um servo, o que é feito dos servos? Ficam no mesmo nível que o senhor! Ao se tornar um servo, Jesus não nos empurrou para baixo: ele nos elevou! Dignificou o sacrifício e o serviço. E importante lembrar que os romanos não aceitavam a ideia de humildade, e os gregos desprezavam trabalhos braçais. Quando lavou os pés dos discípulos, Jesus combinou essas duas coisas.
Introdução - Na lição anterior, a comunicação nos foi apresentada como algo essencial aos relacionamentos. Tivemos uma noção geral do verdadeiro ato de comunicar. Agora vamos aplicá-lo à Família.
Objetivo e Sinopse - Ajudar o aluno a aplicar os princípios aprendidos na lição anterior às relações familiares; O Lar pode ser uma democracia, desde que haja autoridade (sem autoritarismo) e informação bem aplicada.
Objetivo e Sinopse - Ajudar o aluno a aplicar os princípios aprendidos na lição anterior às relações familiares; O Lar pode ser uma democracia, desde que haja autoridade (sem autoritarismo) e informação bem aplicada.
1. Estabelecendo a comunicação familiar - Normalmente a comunicação familiar é entendida como o processo pelo qual marido e mulher, pais e filhos expõem suas necessidades, expressam opinião individual e comunicam suas decisões. Isto, porém, representa apenas os aspectos mais superficiais e práticos das relações domésticas. A comunicação plena é muito mais que isto e envolve ações subjetivas, tais como comunhão, entrega, compreensão, perdão, etc. Assim, neste tópico, procuraremos afastar aqueles equívocos que sutilmente vão destruindo a ligação familiar e acrescentar aqueles traços que a tornam eficaz:
1.1. Comunicação e democracia - Alguns casais, desejosos de estabelecer e manter no lar uma comunicação eficiente, pensam que devem viver uma democracia. Imaginam que uma boa forma de administrar a família é não estabelecer regras e limites aos cônjuges e aos filhos. Entretanto, mesmo os regimes democráticos exigem regras. A experiência tem demonstrado que nem mesmo a democracia com as regras que a sustentam, se aplicada à família, produz a tão desejada comunicação integral entre seus membros. Ao contrário, afasta as diferenças fundamentais e necessárias entre seus componentes, abole os papéis de autoridade e liderança e torna o lar uma verdadeira anarquia. Os lares democratizados, vezes sem conta, acabam se tornando apenas um espaço para comer, cuidar da higiene pessoal, descansar e guardar objetos particulares, ou se desfazem por não atenderem às necessidades básicas para as quais foram constituídos.
1.2. Comunicação e autoridade - O fato de não considerarmos a democracia como regime favorável à comunicação familiar, não significa que o autoritarismo o seja. Para não transformar o lar num regime de arbitrariedade e tirania, a autoridade precisa ser exercida com clareza, moderação, imparcialidade, coerência e diligência e, principalmente, com amor e temor de Deus (Pv 1.7-9).
1.3. Comunicação e informação - O conhecimento que adquirimos ou oferecemos a respeito de determinado assunto, situação, lugar, pessoa, é informação. Esta é necessária e fundamental à comunicação (2Tm 3.14-17). Porém, a informação somente nos será proveitosa se a utilizarmos como ferramenta e canal para uma comunicação eficaz. A informação é serva da comunicação. Deve ser usada para estabelecer o canal do diálogo, da empatia, do amor, da disciplina, a fim de desenvolver o modo de pensar, de ser, de agir, bem como o comprometimento de todos os membros da família em disseminar a missão de gerar, criar, formar e conservar uma semente para Deus, como também firmar o canal das estratégias, da visão, dos valores da família e garantir a sua unidade e bem estar totais. No sentido primário, comunicação é a arte de tornar comum o conhecimento adquirido e a disposição que uma pessoa apresenta em utilizar corretamente a informação recebida. Por exemplo: Enquanto aguarda no salão de beleza para ser atendida, Magali lê um livro sobre relacionamento conjugal e obtém a informação de que os homens são mais objetivos que as mulheres e por isto não lidam bem com. a linguagem subjetiva e/ou codificada. Depois de dar uma repaginada no visual, vai para casa. Quando o marido chega. Magali espera que ele note sua nova produção. Mas como ele se demora em fazer qualquer comentário, ela põe-se diante dele e diz queixosa: "Puxa, você não me ama. Nem me nota mais”. O marido olha para ela sem entender nada e uma discussão sem sentido toma corpo. Magali tem a informação certa de como os homens reagem aos códigos. mas não a utilizou para se comunicar com seu marido. O correto seria algo semelhante a: "Que tal meu novo visual? Gostou do meu penteado?''
Objetivo e Sinopse - Orientar o aluno quanto ao modo de afastar os vícios que sutilmente vão destruindo a ligação familiar; Estabelecer padrões: Na comunicação, Na aplicação disciplinar e Nos ensinamentos cristãos e culturais.
2. Comunicando princípios e padrões duradouros -Vivemos em uma época que se fala muito em quebra de padrões e mudanças de paradigmas. Contudo, mesmo que reconheçamos que alguns padrões devam ser removidos ou modificados, sabemos que a vida em comunidade seria impossível sem o estabelecimento dos mesmos, que por sua vez, obedecem a princípios. Por isso, é importante que no lar cristão os padrões sejam comunicados dia a dia com discernimento e sabedoria estabelecidos com firmeza (Dt 4.1-2).
2.1. O que são padrões? - Antes de tudo, para comunicar padrões, é necessário entender o que este termo significa. Padrão é aquilo que é estabelecido para servir de referência ou modelo. Por exemplo, a fita métrica, as trenas e as réguas são medidas universais de superfície que utilizam o Metro, cujo símbolo é o “m” como medida padrão, por isso elas possuem a mesma medida em qualquer parte do mundo onde são utilizadas. Deste modo, o metro corrido, quadrado e o metro cúbico terão o mesmo tamanho e serão simbolizados do mesmo modo em qualquer parte do mundo onde esta modalidade de medida seja utilizada. Já imaginou a confusão nos relacionamentos comerciais se cada estabelecimento comercial ou se cada país usasse medidas de superfície que representassem tamanhos diferentes e variáveis de acordo com os humores e as conveniências de cada um? (2Pe 1.20-21).
2.2. A importância dos padrões na edificação da família - Os padrões são importantes na aplicação da disciplina, para que cônjuges e filhos saibam o que se espera deles e para dar segurança aos membros da família. Eles são necessários à coerência e à constância na doutrinação familiar (Mt 5.37). Os filhos precisam de padrões que os guiem e os dirijam quando estiverem diante de situações que exijam tomada de decisão (Dt 11.19 ). Os padrões devem ser comunicados através do exemplo e da palavra e precisam ser baseados em princípios. Lembre-se, padrões baseado em preceitos bíblicos são fundamentais para a edificação de uma família plenamente bem sucedida (Pv 9.9,10).
2.3. Discernindo padrões fundamentais e padrões secundários - Os pais devem estabelece no lar padrões verdadeiramente cristãos, bíblicos, e também ensinar aos filhos quanto a que se referem a comportamentos, costumes e hábitos, que podem causar-lhes prejuízos tais como retardar a conquista do primeiro emprego, sustentando os filhos por muito tempo, e assim prejudicar reputação deles junto aos pais dos amigos e na escola, o causar o constrangimento de ser confundido como usuários de drogas. Para que haja equilíbrio nestas questões, os pais precisam aprender a distinguir entre padrões fundamentais (bíblicos) e padrões secundários (tendências culturais). Aconselhamento amoroso e espera paciente pelo fim de cada fase poupam pais e filhos de desgastes, aborrecimentos vão se rompimentos. Cônjuges e pais cristãos devem ter o cuidado de não sobrecarregarem um ao outro e aos filhos com exigências que podem ser padrões sociais aceitos e praticados por cristãos, mas que na verdade não são bíblicos.
Objetivo e Sinopse - Estimular o aluno a acrescentar à vida familiar os traços que tornam a comunicação eficaz. Implantar valores universais, valores coerentes vividos em casa e um relacionamento confiável e aconchegante.
3. Criando convicções por meio da comunicação - Nenhuma modalidade de comunicação que os pais utilizem terá sido eficiente se não conseguir transferir aos filhos convicções, certezas, e formar neles a capacidade de serem juízes de si mesmos ao construir suas próprias opiniões. Isto só se alcança quando, no relacionamento familiar, existe o claro propósito de comunicar fé, princípios, valores.
3.1. Comunique valores e princípios inquestionáveis e universais - São estes valores que padronizam o modo de pensar, o caráter e o comportamento dos cristãos. Entre eles temos: respeito à autoridade, amor incondicional respeito aos iguais e aos diferentes, capacidade para assumir responsabilidades, obediência, submissão à disciplina, generosidade, integridade, relacionamento correto com o corpo e com a imagem, fé em Deus e dependência total dEle, etc. A comunicação destes valores representa o preparo do terreno no coração dos filhos para que eles produzam o fruto do Espírito (G1 5.22).
3.2. Comunique valores e princípios com coerência - A incoerência - contradição, discrepância entre o que se fala e o que se faz - é a maior inimiga da comunicação eficiente. Devemos cuidar de falar e proceder do mesmo modo. Os filhos reproduzem muito mais aquilo que veem os pais fazerem do que aquilo que os ouve dizerem. Por isto sejamos coerentes. Pais cristãos devem viver de tal modo que os filhos saibam sempre o que esperam deles e que, ao imitá-los, estejam imitando a Cristo, o qual disse: “Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; porque o que passa disso é de procedência maligna” (Mt 5.37).
3.3. Comunique um relacionamento confiável e aconchegante - Quando o pai ou a mãe mostram com gestos, atitudes, palavras e ações que os filhos são sempre bem-vindos em todos os momentos e sabem o que estão sentindo, porque também sentiram algo semelhante quando tinham a idade deles, o canal da comunicação e da aceitação se estabelece, porque a criança ou o adolescente percebem que seus pais o amam, compreendem e aceitam. Então elas abraçarão os valores dos pais e, mesmo que num ímpeto juvenil se desviem, voltarão a eles. É importante que pais de filhos questionadores ouçam sempre os argumentos deles e demonstrem sua admiração pela capacidade de questionar que eles têm para, em seguida, apontar o que poderia acontecer se eles (pais) cedessem à argumentação dos filhos e lhes permitissem fazer sempre o que desejam. Ao rejeitar os pais, os filhos rejeitam também seus valores e princípios. A aceitação se dá quando os pais equilibram autoridade e igualdade. Pais devem conversar com os filhos quando estes erram ou fracassam nalguma empreitada e assegurar-lhes que os amam mesmo assim e que eles próprios já passaram por situações semelhantes, por isso estão aptos e dispostos a compreendê-los, a corrigi-los e a orientá-los. Professor ensine também a sua classe que relacionamentos são mais importantes do que conforto, luxo, presentes, status, etc. São também mais proveitos do que regras discursos e sermões, pois amar implica em sentir prazer na companhia do outro.
3.3. Comunique um relacionamento confiável e aconchegante - Quando o pai ou a mãe mostram com gestos, atitudes, palavras e ações que os filhos são sempre bem-vindos em todos os momentos e sabem o que estão sentindo, porque também sentiram algo semelhante quando tinham a idade deles, o canal da comunicação e da aceitação se estabelece, porque a criança ou o adolescente percebem que seus pais o amam, compreendem e aceitam. Então elas abraçarão os valores dos pais e, mesmo que num ímpeto juvenil se desviem, voltarão a eles. É importante que pais de filhos questionadores ouçam sempre os argumentos deles e demonstrem sua admiração pela capacidade de questionar que eles têm para, em seguida, apontar o que poderia acontecer se eles (pais) cedessem à argumentação dos filhos e lhes permitissem fazer sempre o que desejam. Ao rejeitar os pais, os filhos rejeitam também seus valores e princípios. A aceitação se dá quando os pais equilibram autoridade e igualdade. Pais devem conversar com os filhos quando estes erram ou fracassam nalguma empreitada e assegurar-lhes que os amam mesmo assim e que eles próprios já passaram por situações semelhantes, por isso estão aptos e dispostos a compreendê-los, a corrigi-los e a orientá-los. Professor ensine também a sua classe que relacionamentos são mais importantes do que conforto, luxo, presentes, status, etc. São também mais proveitos do que regras discursos e sermões, pois amar implica em sentir prazer na companhia do outro.
Conclusão - Usemos com sabedoria, portanto, os recursos e as ferramentas da comunicação praticada e ensinada por Jesus, afim de que seja estabelecido e mantido aberto o canal do diálogo, da empatia, do amor e da disciplina, a fim de desenvolvermos o modo de pensar, de ser e agir dos nossos filhos.
Questionário
Questionário
1. O que acontece quando a democracia se torna o único modo de conduzir a comunicação do lar? R: Afasta as diferenças fundamentais e necessárias entre seus componentes, abole os papéis de autoridade e liderança e torna o lar uma verdadeira anarquia,
2. Como deve ser exercida a autoridade no lar? R: Precisa ser exercida com clareza, moderação, imparcialidade, coerência, diligência e, principalmente, com amor e temor de Deus.
3. Qual o proveito da informação? R: Será proveitosa, se a utilizarmos como ferramenta, e canal para uma comunicação eficaz,
4. O que é padrão? R: É aquilo que é estabelecido para servir de referência e/ou de modelo.
5. O que representa os valores cristãos? R: Representa o preparo do terreno no coração dos filhos, para que eles produzam o finito do Espírito.
2. Como deve ser exercida a autoridade no lar? R: Precisa ser exercida com clareza, moderação, imparcialidade, coerência, diligência e, principalmente, com amor e temor de Deus.
3. Qual o proveito da informação? R: Será proveitosa, se a utilizarmos como ferramenta, e canal para uma comunicação eficaz,
4. O que é padrão? R: É aquilo que é estabelecido para servir de referência e/ou de modelo.
5. O que representa os valores cristãos? R: Representa o preparo do terreno no coração dos filhos, para que eles produzam o finito do Espírito.
Fonte: Eudes L. Souza

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