segunda-feira, 30 de setembro de 2013

LOGO MARCA DA EBD - ASS. DE DEUS EM TRINDADE - SG

ASSEMBLEIA DE DEUS EM TRINDADE
Ministério de Madureira

LOGO MARCA DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL


Escola Bíblica Dominical da Assembleia de Deus em Trindade, a mesma está na superintendência do Ev. Williason Dutra e Pb Julio.
Após o matutino, a EBD inicia-se às 08:30hs com o término 10:50hs.

Nós esperamos por você e sua família.


JUBILEU DE PRATA DA ASSEMBLEIA DE DEUS EM TRINDADE

  ASSEMBLEIA DE DEUS EM TRINDADE

Ministério de Madureira
Pastor Silva 

JUBILEU DE PRATA

DIAS: 24 a 27 de outubro

Pregadores:

Dia 24 de Outubro: Ev. Edvaldo

Dia 25 de Outubro: Pr Abner Ferreira

Dia 26 de Outubro: Pr Claudio Borges

Dia 27 de Outubro: Prª Ana Glace


INSTITUTO BÍBLICO EBENÉZER

SEMINÁRIO TEOLÓGICO 

INSTITUTO BÍBLICO EBENÉZER


O Instituto Bíblico Ebenézer é uma instituição de ensino bíblico teológico com ênfase missionária, fruto da obediência ao chamado Divino do Pastor missionário, Rev. Paulo Leivas Macalão.
Sua fundação data de 19 de outubro de 1972, portanto a mais de 30 anos promovendo o ensino sacro-santo da Palavra de Deus. A Presidência é exercida atualmente pelo Pastor Abner de Cássio Ferreira. O seu diretor administrativo é a Drª Vastí Ferreira Aranha que rege a coordenação da instituição sede em suas unidades estabelecidas pelo Brasil e pelo exterior.
O Instituto Bíblico Ebenézer está há mais de três décadas em plena atividade e é responsável pela formação de mais de três mil obreiros, hoje servindo ao Senhor em todo o mundo.
O Instituto Bíblico Ebenézer é a instituição pioneira no ensino teológico Bíblico. Somos uma organização de formação teológica da Assembléia de Deus no Rio de Janeiro (Ministério de Madureira). Sua linha doutrinária segue os ensinos de Cristo e dos Apóstolos, sendo a primeira escola teológica a ser reconhecida pela CONAMAD - Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil, Ministério Madureira.
E este que estamos expondo neste blob é um núcleo do IBE situada na Assembleia de Deus em Trindade Ministério de Madureira, situada na rua Maceió, nº 23 - Trindade - São Gonçalo - Rio de Janeiro.
Estamos realizando aulas todas as quartas-feiras à partir das 19:30 horas.

Ev. Williason Dutra
Superintendente da EBD

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A ALMA ABATIDA

Harpa Cristã

     Nº 193

Se tu, minh'alma, a Deus suplicas,
E não recebes, confiando fica
Em Suas promessas, que são mui ricas,
E infalíveis pra te valer.

Por que te abates, ó minha alma?
E te comoves, perdendo a calma?
Não tenhas medo, em Deus espera,
Porque bem cedo, Jesus virá.


Ele intercede por ti, minh'alma;
Espera nEle, com fé e calma;
Jesus de todos teus males salva,
E te abençoa, dos altos céus.

Por que te abates, ó minha alma?
E te comoves, perdendo a calma?
Não tenhas medo, em Deus espera,
Porque bem cedo, Jesus virá.


Terás em breve, as dores findas,
No dia alegre da Sua vinda;
Se Cristo tarda, espera ainda
Mais um pouquinho, e O verás.

Por que te abates, ó minha alma?
E te comoves, perdendo a calma?
Não tenhas medo, em Deus espera,
Porque bem cedo, Jesus virá.

CHURRASCOS, ALMOÇOS E FESTAS EM GERAL

Trabalhamos com total dedicação, profissionalismo e Pontualidade. 
Obs.: Churrasqueiro, garçon, cozinheiro e barman, chegamos com 2 horas de antecedência para organizamos os trabalhos, e o horário é de 5 horas a partir do momento em que servimos. Precisando estender, cobramos o proporcional ao tempo excedido (Preço a combinar). 

Fale Conosco!!! 
Marcos (21) 3719-2641 / 7217-0741 / 8742-6942 
Dávisson (21) 3471-4362 / 9697-5484

 

Temos tudo para deixar sua festa com um toque especial...  Pula pula, Cama elástica, Biscuit em geral, Jogo de luz, Fumaça, Mesa de chocolate, Truffas e Mesas temáticas para Festas de aniversário. 





Aproveitem e agendem a sua festa, estamos a disposição dos clientes para qualquer lugar nas redondezas do Rio de Janeiro. 


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Agradecemos a preferência.
Grato Marcos Churrasqueiro.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

CULTO DOMÉSTICO: FERRAMENTA EFICAZ NA APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DIVINOS NO LAR

LIÇÃO 12 – 22 de setembro de 2013 EDITORA BETEL
TEXTO AUREO - Porque o Senhor passará para ferir aos egípcios, porém, quando vir o sangue na verga da porta e em ambas as ombreiras, o Senhor passará aquela porta e não deixará ao destruidor entrar em vossas casas para vos ferir”. Ex 12.23

VERDADE APLICADA - A prática do Culto Doméstico produz pessoas bem sucedidas contra o pecado, a carne, o mundo e satanás, além de capacitar os membros da família para reconhecerem oportunidades e armadilhas, para lidarem com revezes e tribulações, saltando ou contornando obstáculos.

TEXTOS DE REFERÊNCIA - (Gn 18.17 - 19) 18.17 - E disse o Senhor: Ocultarei eu a Abraão o que faço, 18 - visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra? 19 - Porque eu o tenho conhecido, que ele há de ordenar a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para agirem com justiça e juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO - Uma Intercessão Persistente (18.16-33) - Havia outro aspecto da visita dos homens que estava reservado para os ouvidos de Abraão. Tendo reafirmado a promessa de Deus de um filho por meio de Sara, e tendo demonstrado a habilidade divina de conhecer os pensamentos secretos de uma mulher, o SENHOR não teve dificuldade em convencer Abraão da gravidade do próximo item das notícias. O breve monólogo revela a confiança que o SENHOR tinha neste homem, baseado em avaliação cuidadosa do seu caráter. Podia-se confiar que Abraão ordenaria e ensinaria seus filhos de certa maneira que a vontade divina revelada a ele prosseguisse nas gerações futuras. Assim, haveria continuidade na justiça. A conservação do juízo, ou seja, a manutenção de relações harmoniosas entre as pessoas, não seria apenas assunto de uma geração.
A apreensão divina também dizia respeito a Sodoma e Gomorra, pois clamores de queixa chegavam ao SENHOR e indicavam que o pecado se agravara muito. O SENHOR estava a caminho de fazer uma inspeção pessoal das condições. O forte antropomorfismo desta cena não sugere ignorância da parte de Deus. A ênfase está focalizada na profunda preocupação do SENHOR acerca dos males sociais; eles não passam despercebidos. Outra ênfase está na justiça básica de Deus. Ele não executa julgamentos baseados em rumores; Ele sabe, em primeira mão, qual é a situação. Além disso, Ele está propenso a considerar outros meios, que não a destruição, para corrigir as coisas. Ele está inclinado a ouvir e avaliar as orações daqueles que nele confiam. Quando Abraão ouviu falar sobre Sodoma e Gomorra, grande preocupação tomou conta de sua alma, pois ele estava totalmente ciente da residência de Ló próximo a essas cidades.
O senso de justiça de Abraão logo se expressou. Com certeza o justo, que vive de modo digno na presença de Deus, não deve ser punido com o ímpio. Abraão começou com muito otimismo. "Suponha que houvesse cinquenta justos na cidade, seria justo Deus destrui-los?" A resposta divina foi que o Senhor pouparia a cidade se cinquenta justos fossem encontrados. Mas, e se faltassem apenas cinco pessoas para chegar a esse número, haveria o desastre? Abraão conhecia muito bem seu lugar diante de Deus, pois em termos de poder e autoridade ele era pó e cinza. Contudo, persistiu, abaixando a quantidade de quarenta e cinco para quarenta, depois, para trinta, em seguida, para vinte. A cada vez o Senhor consentia o pedido do patriarca. Por fim, chegou ao número dez, que era quase o tamanho da família de Ló. Recebendo a garantia de que o juízo seria retido se dez justos fossem encontrados, Abraão parou de interceder. O resultado teria de depender da condição espiritual da família do seu sobrinho.

INTRODUÇÃO - Nesta lição será apresentado o Culto Doméstico como principal ferramenta de ensino, aplicação, vivência e solidificação daqueles princípios no lar. Cremos que por meio deste culto poderemos abrigar toda a nossa família sob a proteção do Precioso Sangue de Jesus até que Ele venha. Que Deus nos ajude a implantar, reimplantar ou a renovar o Culto Doméstico.

OBJETIVO E RESUMO – TÓPICO 1 - Despertar no aluno desejo intenso e profundo de transformar seu lar em uma casa de oração; Demonstrar que o Culto Doméstico é uma oportunidade de Evangelizar e preparar os seus membros a rejeitar a mentalidade mundana; mostrar que é uma oportunidade para ler, comentar e viver a Palavra. Além de transformar e manter a Unidade da Família, tornando a família mais fortes e felizes.

1. A importância do culto doméstico - O culto doméstico é uma prática muito simples, porém poderosa, que pode ser feito de muitas maneiras, dependendo da idade dos filhos, da instrução dos pais ou dos responsáveis pela direção do culto e do tempo disponível, bastando para isso que se observe seus elementos indispensáveis: leitura da Bíblia e oração com os membros da família. Num culto doméstico não existe a preocupação de liturgia, o importante é que todos os membros da família estejam reunidos ouvindo a leitura da Palavra de Deus, estando juntos com muita reverência ao Nosso Deus; é importante também que membros da família que sejam adolescentes e jovens que comecem a louvar a Deus nos Cultos domésticos ou até mesmo a ler a palavra introdutória, para que percam a timidez e tenham mais intimidade e contato com Deus.

1.1. E indispensável para conduzir os filhos a Deus - O Culto Doméstico contínuo, persistente, oferece a melhor e a mais eficiente maneira de evangelizar. Através dele podemos evangelizar o cônjuge, os filhos, as visitas, os hóspedes, os vizinhos, os parentes, enfim são inúmeras as oportunidades de evangelização que esta prática possibilita. Crianças que crescem em um lar onde se estabelece o Culto Doméstico, serão mais eficientes em rejeitar a mentalidade do mundo quando forem expostas à educação formal, a outros convívios e ambientes fora de casa e em alcançar os companheiros para Cristo. Pessoas que crescem no culto domésticos tem menos oportunidade de ser influenciada, pelo contrário tem mais base espiritual para influenciar aqueles que estão ao seu lado.

1.2. É indispensável para manter a unidade da família, e transformar seus membros em vencedores - No lar em que cotidianamente se lê, estuda, comenta e vive a Palavra, em que todos oram juntos, em que se pratica a piedade, em que se aproveita todos os momentos para falar com Deus e acerca dEle, em que se cultiva o hábito de submeter a Deus e à Sua Palavra, os membros da família se tornarão mais aptos para reconhecerem oportunidades e armadilhas, para lidarem com revezes, tribulações, saltar ou contornar obstáculos, superar perdas e tragédias, etc. A importância do Culto Doméstico na segurança, unidade e conservação da família ficou demonstrada através de uma pesquisa feita nos EUA, pelo pesquisador cristão Dr. Pitirim Sorokin. A pesquisa revelou que para, cada 1.015 famílias que realizam diariamente, somente uma é atingida pelo divorcio. Em contra partida, no Brasil, uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, intitulada Retrato do Cárcere, realizada em 2006 sobre a delinquência juvenil no Estado de São Paulo, aponta para dados alarmantes: a maioria absoluta da população carcerária é composta de jovens, dos quais 11,7% são oriundos de lares evangélicos. A pesquisa não tinha o propósito de verificar o modo como a religião é praticada nos lares dos presidiários, por isso não sabemos se em suas casas o Culto Doméstico era praticado, porém, o mais provável é que não o fosse, pois é improvável que condutas destrutivas e delituosas proliferem no mesmo ambiente em que se adora a Deus em espírito e em verdade.

1.3. É indispensável à formação de Igrejas felizes, fortes e poderosas em Deus - Moisés repete os mandamentos de Deus a Israel (Dt 5) e em seguida ordena; “Ouve, pois, ó Israel, e atenta que os guardes, para que bem te suceda (seja feliz), e muito te multipliques (seja forte), como te disse o Senhor, Deus de teus pais, na terra que mana leite e mel (prosperidade econômica)” (Dt 6.3). Sabendo que o povo teria dificuldade em obedecer e que a desobediência traria enfraquecimento e consequente destruição da nação, Moisés manda que cada família faça a sua parte para enraizar definitivamente nas mentes e corações dos israelitas a Lei de Deus (Dt 6.6-8). Moisés tinha consciência de que é impossível formar uma nação feliz, forte e poderosa economicamente, sem que as famílias que a compõem sejam fortes, felizes e poderosas em Deus. Para tal, o único método eficiente que Moisés conhecia era o Culto Doméstico, do qual ele mesmo era produto, e que não se resumia na reunião da família por alguns minutos diários, mas no aproveitamento de todo o tempo disponível para estudo da Palavra, orações, adoração e louvor no lar.

OBJETIVO E RESUMO – TÓPICO 2 - Evidenciar e provar a importância do Culto Doméstico na proteção da família; Mostrar que no Culto Doméstico podemos derrubar as barreiras da mágoa, rancor, tristeza e dor; e restaurar a comunicação e comunhão com a família e com Deus. Demostrar que é um momento oportuno para se expressar nossos sentimentos e respeito mútuos; Podendo ser um momento de aprendizado diário, de como se comportar e ter bons hábitos.

2. A salvação dos filhos, unidade na família e Igrejas poderosa - No tópico anterior foi afirmado que o Culto Doméstico é indispensável para unir e conservar a família, conduzir os filhos a Cristo, transformar os membros da família em vencedores e para a formação de Igrejas felizes, fortes e poderosas em Deus. Agora iremos abordar outros temas:

2.1. A reunião diária para cultuar no lar derruba barreiras e aproxima os membros da família - O Culto Doméstico é a melhor ocasião para removermos as barreiras e restaurar a comunicação e a comunhão da família, pois, enquanto oramos uns pelos outros, podemos dizer a Deus o quanto amamos nossos filhos, nossos pais, os casais podem confessar o quanto se amam. Depois do amor declarado sinceramente diante de Deus e dos demais membros da família, é impossível que permaneçam de pé barreiras, as quais podem quebrar os vínculos afetivos dos membros da família, levantados por mágoas, rancores, tristezas e dores. É também no Culto Doméstico, enquanto oramos, que confessamos a Deus nossas falhas, fraquezas e dificuldades pessoais e pedimos a Ele força e graça para vencê-las. O reconhecimento sincero diante de Deus ajuda o cônjuge a se tornar mais compreensivo e amoroso e os filhos a confiarem mais nos pais e abrirem para eles suas dúvidas, fraquezas, dificuldades, dilemas, pois sabem que poderão contar com a ajuda e compreensão deles, visto que também são vulneráveis. Isso em nada diminui a autoridade dos pais e o respeito que os filhos têm por eles. sequer abala a confiança dos filhos neles. Estas áreas só sofrem abalo se os pais erram, fraquejam, pecam e não procuram corrigir o erro, fortalecer-se. no Senhor e abandonar o pecado.

2.2. O Culto Doméstico evidencia o amor dos pais e gera amor a Deus e confiança nEle - Crianças entendem o tempo que se gasta com elas como expressão de amor. E não somente elas, mas também adolescentes, jovens e adultos, entendem as horas dedicadas à companhia deles como um: “eu o amo, por isto gosto de ficar perto, conversar e ouvir você. De orar junto com você”. Quando o casal separa um tempo para reunir-se com a família em leves e agradáveis reuniões de estudos bíblicos, orações, cânticos, respostas às dúvidas e questionamentos dos filhos, falar com Deus sobre os problemas, planos e projetos da família, as crianças percebem o quanto são amadas pelos pais e o quanto estes amam a Deus e confiam nEle, e em consequência, O amarão também. Elas desejarão receber a Cristo para, como seus pais, se tornarem filhos de um Deus tão bom e tão amoroso. O Senhor queria a continuidade de valores na família, e Abraão, com seus descendentes, dava a promessa de cumprimento da vontade divina. Assim, Ele se sentia justificado em revelar parte de sua preocupação pessoal a Abraão. Quando somos exemplos, podemos confiar que no futuro teremos filhos que não nos envergonharemos, e sim alegrará o coração de Deus.

2.3. O Culto Doméstico disciplina o temperamento, transforma o caráter e fortalece a vida espiritual e a fibra moral - Ao fazer o Culto Doméstico, além de alimentar nossos filhos com a Palavra de Deus, ensinar-lhes a orar e a temer a Deus, nós os estamos disciplinando pela Palavra. Aprendem a ficar quietos e prestar atenção enquanto ouvem a leitura e a oração dos membros da família, aprendem a esperar a sua vez de participar, aprendem que algumas coisas não devem ser feitas e outras que precisam fazer para com o próximo, aprendem a interpretar textos, a dar e a receber opinião, a verbalizar o aprendizado, a transformar informação em conhecimento e este em ação. Crianças criadas desta maneira são mais obedientes, mas não são subservientes, são mais desenvolvidas no intelecto, mais bem sucedidas nos estudos, têm mais facilidade para escolher uma profissão. Devido à boa disciplina que os torna moralmente mais fortes, graças à boa educação espiritual que receberam e ao fato de estabelecerem cedo o relacionamento pessoal com Deus, se tornam crentes constantes e frutíferos. Todas estas coisas contribuem para o sucesso pessoal e para o fortalecimento da Igreja. É no culto doméstico que os pais tem que ensinar boas maneiras nos cultos, mostrando o que pode e o que não pode. Colocar para exercitarem suas maneiras de cultuar a Deus, pois terão mais facilidade de se expressar em público, facilitando para sua vida espiritual e até mesmo para a vida profissional.

OBJETIVO – TÓPICO 3 - Ensinar que embora muitas famílias cristãs não o pratiquem, a realização do Culto Doméstico não é uma questão de opção, é um dever que recai sobre os chefes de família.

3. Implante o culto doméstico - De uma coisa podemos estar certos: todos os que se lançarem ao Culto Doméstico, seja para reformá-lo, reconstrui-lo ou edificá-lo do ponto zero, receberão graça de Deus para fazê-lo. Portanto, mãos à obra:

3.1. Comunique seu desejo de implantar o Culto Doméstico - Se ambos os cônjuges são alunos da EBD ou leitores desta revista, ótimo. Será bem mais fácil começar. Se for somente o marido, converse com a esposa sobre sua decisão de praticar o Culto Doméstico e peça a ela para ajudá-lo. Se for somente a esposa, explique para o marido da importância desta prática no lar e diga que você gostaria muito que ela fosse feita em sua casa com todos os membros da família sob a direção dele. Se ele se eximir, realize culto com os filhos. Ore. Deus dará estratégias para conseguir que seu marido assuma o papel de sacerdote do lar. Uma sugestão simples e que surte efeito é a esposa, estrategicamente, deixar alguma dúvida das crianças, que tenha surgido em decorrência da leitura bíblica, para o “papai” solucionar quando chegar. Assim, aos poucos, ele vai assumindo seu lugar durante a adoração da Família. A mãe pode realizar o Culto perto do horário em que o marido chega do trabalho, de modo que ao entrar em casa, o momento devocional não tenha ainda terminado. Hoje em dia tem uma dificuldade de tê-los todos juntos, pois o trabalho, a correria do dia-a-dia, o curso e outros, separam cada membro da família para um lado, porém o chefe do lar tem que orar a Deus pedindo estratégias para que possa atingir a todos com o Culto Doméstico.

3.2. Maridos e esposas de cônjuges inconversos também podem implantar o Culto Doméstico - No lar onde um dos cônjuges ainda não se decidiu a Cristo, a responsabilidade pela vida espiritual da família recai sobre aquele que O serve. O cônjuge crente precisa agir com prudência para não causar atritos, mas não deve temer implantar o Culto. Havendo filhos adolescentes e jovens, estes devem ser comunicados da decisão do pai ou mãe em realizar o Culto Doméstico, devem ser convidados, mas não obrigados para dele participarem. É importante começar, mesmo que no início participe somente parte da família. Certa mulher recebeu a Cristo como Salvador. Durante anos serviu ao Senhor sozinha, enfrentando barreiras e principalmente as colocadas pelo marido, um respeitável e influente homem de negócios. Quando ela tomou conhecimento do culto doméstico, a filha mais velha tinha sua própria agenda e interesses, por isto raramente podia participar com a mãe. A mulher não desanimou. Realizava o Culto Doméstico com a filha mais nova e com o a secretária do lar; desde então, já alcançou várias pessoas para Jesus e tem sido canal de bênçãos para muitas famílias. Ainda hoje e depois de longos anos, o marido desta persistente serva de Deus ainda não é um convertido, mas suas duas filhas servem ao Senhor e estão aos poucos conduzindo casais e filhos para Cristo.

3.3. Outros membros da família também podem implantar o Culto Doméstico - Na casa onde o tempo de que os pais dispõem é incompatível com o horário das crianças, os avós, irmãos ou irmãs mais velhos, como também tios, podem assumir essa responsabilidade. Serão momentos maravilhosos de comunhão com Deus e de estreitamento dos laços fraternos. Não é uma tarefa difícil, porque, normalmente, as crianças amam os avós e reclamam pela atenção dos irmãos maiores, e, quando esta é dada, se tornam dóceis e prontas para participarem das atividades sugeridas por seus irmãos. Por isso, vovô e vovó, rapaz e moça, titio e titia, alunos da EBD ou leitores desta Revista, edifiquem seus netos, irmãos menores ou sobrinhos por meio do Culto Doméstico. Estarão contribuindo para guardá-los dos males deste mundo, ajudando-os a crescerem no Senhor.

CONCLUSÃO - Após a implantação, reimplantação ou a renovação do culto doméstico, você verá que de fato é uma prática muito simples, no entanto, capaz de auxiliar na formação de uma família bem sucedida. No início, talvez, alguns poderão ter dificuldades por inibição ou falta de prática, mas no decorrer das reuniões, perceberão o quanto é eficaz adorar a Deus com a família.

QUESTIONÁRIO
1. O culto doméstico pode ser ferramenta de evangelização? R: Sim, pois a través do Culto Doméstico podemos evangelizar o cônjuge, os filhos, as visitas, os hóspedes, os vizinhos, os parentes, enfim, são inúmeras as oportunidades.
2. Como as crianças entendem o tempo que se gasta com elas? R: Como expressão de amor.
3. Que tipo de disciplina o culto doméstico passa para os filhos? R: Aprendem a ficar quietos e prestar atenção enquanto ouvem a leitura e a oração dos membros da família, a esperar a sua vez de participar; que algumas coisas não devem ser feitas e outras que precisam ser feitas para com o próximo, etc.
4. Além dos pais, quem pode assumir a responsabilidade do culto doméstico? R: Qualquer membro da família.
5. Na casa onde um dos cônjuges não serve ao Senhor, sobre quem recai a responsabilidade? R: Sobre aquele que serve a Deus.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

PRIMEIRAS EVANGELISTAS NA ASSEMBLEIA DE DEUS



O Bispo Manoel Ferreira, presidente da CONAMAD consagrou duas de suas netas para o Ministério de Evangelista, as primeiras da Assembleia de Deus de Madureira.

Nátaly Ferreira
Nátaly Ferreira, a Primeira Evangelista da Assembleia de Deus - Ministério de Madureira foi consagrada Evangelista no dia 29 de agosto de 2013, pelo Bispo Manoel Ferreira, durante o 45º CIBEN, realizado em Foz do Iguaçu/PR, e é filha do Pastor Magner Ferreira, Presidente da AD em Marechal Hermes (RJ), e da Pastora Sirley Ferreira.



Marinna Costa Ferreira
Marinna Costa Ferreira, filha do Reverendo Samuel Ferreira (Presidente da AD Brás — SP) e da Pastora Keila Ferreira (Presidente da CIBEN) também foi consagrada Evangelista.



Após as consagrações, o Bispo Manoel Ferreira insistiu que devemos investir nos jovens para trabalhar no Reino de Deus.

18º CONEMAD - RJ (Volta Redonda - RJ)
18º CONEMAD - RJ
 O Bispo Manoel Ferreira Presidente da CONAMAD, decretou a consagração de irmãs ao ministério de Evangelista, e o Pastor Abner Ferreira consagra pastores, evangelistas, missionários e missionárias, incluindo mais irmãs ao ministério de Evangelista na 18º CONEMAD-RJ em Volta Redonda-RJ, na Catedral das Assembleia de Deus em Volta Redonda presidida pelo Pr Davi Cabral.

ESCOLHA DA LOGO MARCA CIBETRIN - SG.

Agradecemos a todos os amados irmãos e amigos, por terem escolhido a logo marca da CIBETRIN-SG (Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas da Trindade - São Gonçalo - RJ), da Assembleia de Deus em Trindade - Ministério de Madureira.
Apresentamos a todos a escolha da Logo Marca CIBETRIN-SG.
Obrigada a todos.
Fiquem na paz de nosso Senhor Jesus Cristo.

Grata Missionária Eunice.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

SIRVA A DEUS EM TODO O TEMPO E COM TODA A SUA FAMÍLIA


LIÇÃO 11 – 15 de setembro de 2013 - BETEL

Sirva a Deus em todo o tempo e com toda a sua família

TEXTO AUREO - Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha”. Mt 7.24

VERDADE APLICADA - O lar cristão deve ser um ambiente onde os bons costumes sejam ensinados, devendo vigorar uma liberdade que não é sinônima de ausência de autoridade e de disciplina, mas de consagração para o serviço de Deus.

TEXTOS DE REFERÊNCIA - (Mt 7.24 – 27): 7.24 - Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha, 25 - E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. 26 – E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia. 27 - E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO - Jesus descreve dois construtores e duas casas. As duas casas, ilustram o fim dessa vida de fé, quando Deus julgará todas as coisas.
Não se deve tentar encontrar nessa parábola toda a doutrina ensinada nas epístolas, pois Jesus estava apenas ilustrando um ponto principal: a declaração de fé será testada d e uma vez por todas diante de Deus. Os que creram em Cristo e provaram sua fé pela obediência não terão coisa alguma a temer, pois sua casa está alicerçada na rocha e resistirá. Mas os que dizem crer em Cristo e não obedecem à vontade de Deus serão condenados.
Como testar a profissão de fé? Não é pela popularidade, pois o caminho espaçoso que conduz à destruição está cheio de gente. Também há muitos que dizem: "Senhor, Senhor", mas isso não lhes garante a salvação. Nem mesmo a participação em atividades religiosas num a igreja é garantia de salvação. Como, então, julgar a si mesmo e a outros que professam crer em Cristo como Salvador?
Os dois caminhos indicam que devem os examinar o que a profissão custou. Foi pago algum preço ao professar a fé em Cristo? As duas árvores indicam que devem os investigar se a vida de fato mudou. Estão sendo produzidos frutos de piedade? E as duas casas lembram que a verdadeira fé em Cristo resistirá não apenas às tempestades da vida, mas também ao julgamento final.
O sermão deixou o povo maravilhado, pois Jesus falou com autoridade divina. Os escribas e fariseus falavam "em nome das autoridades", citando sempre vários rabinos e mestres da Lei. Jesus não menciona mestres humanos para dar autoridade a suas palavras, pois falava como Filho de Deus.
É preciso levar esse sermão a sério, pois foi Deus quem o deu! Também é importante curvar-se perante o Senhor, submetendo-se a sua autoridade, pois, do contrário, haverá condenação.

INTRODUÇÃO - Nesta e nas próximas lições, serão oferecidas sugestões práticas e ferramentas para aplicação daqueles princípios e métodos que estudamos nas lições anteriores, a fim de que, havendo já sido despertados, fortalecidos e orientados pela Palavra e sabedores do que e como fazer, podermos fechar o trimestre com um brado, seguros e confiantes de que nossa casa está ou será edificada sobre a rocha.

OBJETIVO E RESUMO – TÓPICO 1: Ensinar que a família é o edifício mais importante da sociedade; Mostrar que os pais tem a tarefa de educar os filho, que as creches, escolas e Igrejas, são auxílios complementares. Adorar ao Senhor em nosso lar diariamente, transformando-o em um pedacinho do céu; A correção tem que ser exercida naqueles que nos foram confiado, vamos usar as ferramentas de correção.

1. Construa, reforme ou reconstrua sua família - Há muito que a família, edifício mais importante da sociedade, vem sendo construída sobre a areia, inclusive famílias cristãs. Não é de se admirar, portanto, que haja tanta delinquência juvenil, tantas meninas mães, tantos meninos de rua, tantos crimes passionais e muitos outros crimes e mazelas sociais resultantes de lares desfeitos, de pais que não sabem educar filhos, de pais violentos, de abusadores sexuais dos próprios filhos, etc. Precisamos despertar agora e fazer o que tem que ser feito para, daqui por diante, voltarmos aos sólidos fundamentos da Palavra e sobre eles edificar ou reedificar nossas famílias. Construir nossa casa na rocha, é praticar oque a Palavra de Deus, e não somente ouvir e estudá-la. O alicerce da parábola em questão é a obediência à Palavra de Deus - obediência que com prova a fé verdadeira. Os dois homens da história tinham vários aspectos em comum. Ambos desejavam construir uma casa e ambos a fizeram de forma a parecer bela e forte. Porém, quando veio o julgamento (a tempestade), um a delas caiu. Qual era a diferença? Por certo, não era a aparência exterior. A diferença estava na construção (alicerce): o construtor bem-sucedido "cavou, abriu profunda vala" e contruiu sua casa numa fundação sólida.

1.1. Transforme seu lar em uma escola - A Bíblia contém exortações objetivas e contundentes aos pais, a que tornem ao seu encargo direto a educação de seus filhos (Dt 6.6-9; Pv 22.6; Ef 6.4), porém, infelizmente, nestes últimos dias, algumas famílias cristãs, assim como as demais, têm terceirizado a educação de suas crianças, adolescentes e jovens. Delegam tão importante tarefa às creches, às escolas, e às Igrejas. Todas as instituições citadas são importantes, porém devem atuar apenas como colaboradoras dos pais e não como substitutas deles. Os cultos de ensino, a EBD e os seminários oferecidos pelas Igrejas são necessários e muito importantes à formação integral da pessoa, mas foi aos pais que Deus entregou a tarefa de educar os filhos. Também vemos na Bíblia que a educação que Deus quer que as famílias cristãs deem aos seus filhos seja capaz de se perpetuar em muitas gerações futuras (Gn 18.19). Para que este resultado seja alcançado, é necessário que os pais unam o exemplo ao discurso, conforme já estudamos anteriormente. O exemplo dos pais não deve ser apenas bom, tem que ser inteligente, com a finalidade de educar. Sua sinceridade deve ser manifestada dentro de casa, diante dos filhos. Os pais devem ter cuidado para não expor os filhos a qualquer situação que possa contaminá-los através dos sentidos: visão, audição, olfato, tato e paladar e isso inclui literalmente, TV, Internet, entretenimentos, bebidas, cigarros de qualquer erva, hábitos alimentares ou qualquer comportamento indigno de ser imitado (Sl 101.2,3).

1.2. Transforme seu lar em um templo - Não importa se é num palácio, num espaçoso e luxuoso apartamento, ou num “dois quartos” popular, onde vivem seis pessoas ou mais, num barraco de lona, num casebre; o lugar em que a família cristã se abriga precisa ser um templo onde o Senhor é adorado diariamente. É muito ruim saber que muitos pais não gostam de estar em família, em casa, preferem muitas das vezes estarem no trabalho ou na rua. Nossa casa, é lugar para estarmos em comunhão máxima com nossa família e com Deus, nunca deixar que um espinho atrapalhe a nossa comunhão.

1.3. Transforme seu lar em uma oficina - Nosso crescimento, formação e aperfeiçoamento implicam em muitos erros e desacertos, na verificação de falhas e defeitos, em tropeções e quedas que nos ferem e traumatizam o corpo e a alma. Façamos do nosso lar uma olaria, uma oficina bem equipada, um hospital bem aparelhado e um consultório psicológico bem aconchegante, onde todos os membros da família possam ser amparados, consertados e curados, de modo a que se transformem em belos e úteis vasos para a glória de Deus (Jr 18.4). Não descarte seu cônjuge por conta das imperfeições e infidelidades dele. Não descarte seu filho em hipótese alguma. Cônjuges e filhos são seres em aperfeiçoamento, os quais Deus nos entregou. Não podemos jamais desistir deles. Nossa lar deveria ser como uma olária, pois assim, seríamos como barro (vasos), assim seríamos molhados com a água do Espírito Santo para que possamos sempre estaríamos maleáveis para estarmos sencível ao Espirito Santo.

OBJETIVO E RESUMO – TÓPICO 2: Mostrar que o lar como escola deve valorizar o amor bíblico, a coragem cristã e a liberdade, que não é sinônima de ausência de autoridade; O lar cristão deve ser uma lavoura para boas plantações, deixando a coação, o medo e temor de fora.

2. As principais regras para a escola do lar - Como os primeiros e os principais mestres responsáveis pela formação integral dos indivíduos que Deus lhes confiou, os pais não devem se conformar com a mentalidade deste mundo, mas buscar a transformação cotidiana pela renovação do entendimento, para que possam experimentar qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para si e levar os filhos a experimentá-la também (Rm 12.2). O Ministério da Educação, o Corpo de Bombeiros, a Vigilância Sanitária e outros órgãos públicos, estabelecem uma série de normas para a abertura e funcionamento de escolas. Mas é a Bíblia que estabelece as normas para a formação da família, a primeira e mais importante escola da humanidade. Para que os edificadores e mestres desta escola sejam bem sucedidos, é necessário que observem:

2.1. O lar deve ser fundamentado e desenvolvido sobre o amor bíblico - Em que errei na educação de meus filhos? É a pergunta desesperada de pais que veem seus filhos escolherem andar por um caminho diferente daquele em que esperavam que andassem. Talvez tenham feito tecnicamente tudo certo, mas tenha falhado no amor. Como assim? Amo meus filhos mais que tudo na vida, como posso ter falhado justamente no amor? Este talvez seja o primeiro erro e é o pai dos demais erros, pois o amor bíblico é aquele que é dedicado primeiro e com maior intensidade a Deus (Mt 10.37; 22.37), a fim de que possa permear de modo equilibrado e saudável nossas relações humanas de amor, inclusive com nossos filhos. Caro professor, ensine também que o pecado contaminou tudo, inclusive perverteu o sentido verdadeiro do amor: o marido diz que ama a esposa, mas é desleal e/ou grosseiro para com ela; os pais dizem que amam os filhos, mas se irritar com eles com enorme facilidade ou os enchem de presentes e coisas para substituírem a presença; a esposa diz que ama o marido, mas não confia, nele, etc. Nosso amor pela família, precisa ser submetido ao padrão estabelecido por Deus em 1 Coríntios 13. Através desta passagem, vemos que o amor é prática, é ação e não sentimento. Se a qualidade do amor que é praticada no nosso lar for comparada a este padrão, sobrará alguma coisa digna de permanecer? Também precisamos deixar claro que é mundana, carnal e maligna a afirmação que qualquer espécie de amor é válida, e que qualquer maneira de ama r vale a pena (Rm 12.9; 1 Jo 4.18).

2.2. No lar não pode haver lugar para o medo - O lar cristão deve ser um ambiente onde haja bons costumes (que não ferem nem contrariam a Palavra), onde se cultivam os bons sentimentos (os mesmos que houve em Cristo Jesus), onde se forma o caráter (semelhante ao de Cristo), onde se edificam princípios e se comunicam valores (eternos), onde se forma e se renova a mente (pelo enchimento da mente Cristo). Por isso, nesta escola, a educação não pode ser administrada através da coação, do medo e do temor (1 Jo 4.18), mas pela persuasão do Espírito Santo (Zc 4.6).

2.3. No lar deve haver liberdade - Deve vigorar no lar uma liberdade que não é sinônima de ausência de autoridade e de disciplina, mas aquela em que os filhos podem se aproximar dos pais para exporem suas dúvidas e curiosidades, pedirem ajuda, dar e receberem carinho, confessarem uma falta ou fraqueza, etc. Além disso, é aquela liberdade que concede aos membros da família condições e espaço para desenvolverem potenciais e habilidades, personalidade própria, gostos e convicções pessoais, fazerem escolhas e assumirem responsabilidades. Liberdade e autoridade são plenamente conciliáveis e complementares no lar em que habita o Espírito de Deus (2Co 3.17). No lar em que há este tipo de liberdade, a educação flui com mais leveza e os vínculos afetivos são fortalecidos nas Crianças, adolescentes e Jovens educados dessa maneira, adquirem mais capacidade para responderem e reagirem de modo adequado às investidas externas, para influir de modo positivo no meio em que vivem e para dizer em "sim" às virtudes e "não” aos vícios e pecados.

OBJETIVO E RESUMO – TÓPICO 3: Utilizar as atividades da Igreja e o culto em casa como ferramentas para aproximar a família para mais perto do Senhor. Precisamos solidificar o hábito de adorar a Deus no lar; 2 – Como sacerdote temos a função de conduzir os nossos para Cristo; Precisamos consagrar toda nossa família para que sejam instrumentos de honra nas mãos do Senhor .

3. Conduza sua família ao Senhor - Muitos de nós falhamos com nosso cônjuge e filhos em um aspecto que jamais deveríamos falhar: a salvação deles aliada a uma vida cristã frutífera. Em muitos casos, talvez na maioria deles, isso ocorre porque somos consumidos pelas exigências educacionais deste mundo e não nos damos conta do desequilíbrio em que estamos incorrendo. Na verdade, se não for possível equilibrar o terreno e o espiritual na edificação da família e educação dos filhos, melhor seria que favorecêssemos o aspecto espiritual, porque este mundo milita contra Deus e contra nossa família. Para corrigir possíveis falhas, prevenir outras, e resgatar nossa família, precisamos, entre outras coisas, não negligenciar as três coisas a seguir:

3.1. Cultuar em casa e frequentar os cultos e demais atividades da Igreja - Ninguém entrava no tabernáculo sem passar pelo pátio externo, pelo altar do holocausto e pelo lavatório (Ex 40.6-8). Estas eram as primeiras etapas percorridas pelo homem para aproximar-se de Deus na dispensação da Lei. Aplicando a nós hoje, é neste estágio da vida espiritual que adquirimos a consciência de que somos escravos do feio e imundo pecado e que precisamos ser resgatados pelo sangue de Jesus, e dia a dia sermos purificados pela lavagem da Palavra, para irmos adquirindo pensamentos, linguagem, hábitos, desejos, relacionamentos e comportamentos cristãos. Os pais precisam construir o pátio, que significa solidificar na família o hábito de adorar a Deus no lar e no templo. Nossos filhos, desde a gestação, precisam ser protegidos pelas cortinas da adoração. Em Êxodo, Deus ordena a Moisés para construir o tabernáculo, que era uma tenda que serviria para abrigar a mesa dos pães da propiciação, o candelabro de ouro e a arca da aliança; esta era separada dos móveis e utensílios por um pesado véu, aquele que foi rasgado de alto a baixo na morte de Jesus. O tabernáculo era protegido por um pátio feito de pesadas cortinas de linho que eram sustentadas por colunas de prata apoiadas em bases de cobre e possuía apenas uma porta, que aponta para Cristo e para Seu corpo, a Igreja (Jo 10.9). Havia dois pátios: o exterior ao qual todo o povo poderia ter acesso e onde ficavam o altar do holocausto e o lavatório e, o pátio interior, onde estava a mesa do pão da proposição e o candelabro de ouro que era uma espécie de antessala ao Lugar Santíssimo.

3.2. Conduzir seus filhos para mais perto de Deus - O pátio externo era um lugar maravilhoso, tanto que Davi diz: “...vale mais um dia nos Teus átrios do que mil em outros lugares”. Entretanto, é no Lugar Santo (uma espécie de pátio íntimo), em que Cristo, o pão da proposição e a luz que alumia as trevas espirituais da mente e do coração do homem, espera por nós. Todos os membros de sua família precisam ser iluminados por Cristo para perceberem, odiarem e abandonarem o pecado, vislumbrando as riquezas celestiais e se alimentando de Cristo para fazerem parte dEle. Conduza-os para mais perto de Cristo, a fim de que possam recebê-Lo como Salvador e viver dEle, nEle e para Ele (Ef 3.17-19). Maridos, esposas, pais, como sacerdotes do lar, para obterem sucesso na incumbência de conduzir a família a Cristo, atendam aos rogos do Apóstolo Paulo (Rm 12.1-2; Ef 5,2).

3.3. Consagre sua família a Deus - A consagração para o serviço de Deus é uma resposta ao amor que Ele nos tem e que nos foi concedido e mostrado em Cristo (Jo 3.16). Maridos, esposas, se tem consciência do amor de Deus e por conta disso nos entregamos a Ele como sacrifício vivo, santo e agradável, o mesmo deve ocorrer com nossas famílias. Precisamos consagrar ao Senhor todos os membros de nosso lar para que sejam instrumentos de honra nas mãos de Deus.

CONCLUSÃO - Devemos orar constantemente para que nossa família sirva a Deus em todo tempo. As sugestões práticas e ferramentas para aplicação dos princípios e métodos que estudamos, devem ser usados com sabedoria e diligência para honrar ao Senhor, e ao mesmo tempo, proporcionar uma vida de excelência para o nosso lar.

QUESTIONÁRIO
1. Cite alguns dos males de famílias que são construídas sobre a areia: R: Delinquência juvenil, tantas meninas se tornando mães, tantos meninos de rua, tantos crimes passionais e muitos outros crimes e mazelas sociais.
2. O que tem feito alguns pais sobre a educação dos filhos? R: Nestes últimos dias as famílias cristãs, assim como as demais, têm terceirizado a educação de suas crianças, adolescentes e jovens.
3. O que diz a lição sobre descartar a família? R: Cônjuges e filhos são seres em aperfeiçoamento os quais Deus nos entregou. Não podemos desistir deles, jamais.
4. Como deve ser dedicado o amor bíblico? R: O amor bíblico é aquele que é dedicado primeiro e com maior intensidade a Deus.
5. O que representa a consagração a Deus? R: É uma resposta ao amor que Ele nos tem e que nos foi concedido e mostrada em Cristo.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O MODELO BÍBLICO PARA AS RELAÇÕES FAMILIARES



LIÇÃO 10 – 08 de setembro de 2013 - BETEL

O modelo bíblico para as relações familiares

TEXTO AUREO - Até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo”. Ef 4.13

VERDADE APLICADA - Para os filhos de Deus, a doutrina bíblica da autoridade e submissão continua atual e praticá-la do modo bíblico é o único meio de salvaguardar a família e conduzi-la com êxito no cumprimento de sua missão.

TEXTOS DE REFERÊNCIA(Ef 5. 22-25) 22 Vós, mulheres, sujeitai-vos a vosso marido, como ao Senhor; 23 - porque o marido é a cabeça da mulher como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. 24 - De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seu marido. 25 - Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.

SUBSÍDIO TEOLÓGICOA exortação geral é seguida pela solicitação dirigida às esposas: “As mulheres se submetam a seus maridos como ao Senhor.” Com essa afirmação Paulo se refere à posição que Deus atribui à esposa no contexto da ordem da criação. Em 1Co 11.7-9 o apóstolo explica esse contexto. Além disso, Fm 2.13 remete à queda no pecado adicionalmente à criação. De acordo com a sentença de punição de Deus em Gn 3.16 o homem deve ser o senhor da esposa.
É digno de nota que a nova comunhão entre homens e mulheres instituída em Jesus Cristo não revoga a relação entre marido e esposa estabelecida na criação nem a que foi imposta depois da queda. O fato de que a relação apesar disso possui uma marca realmente nova pode ser notada pelo adendo “no Senhor”: em sua essência, a subordinação ao marido apenas corresponde à subordinação ao Senhor. Dessa forma a ligação conjugal é inserida na moldura incomparavelmente maior da ligação com o Senhor da igreja. Isso não revoga a “lei”, que ainda assim é perpassada e reconfigurada pela nova realidade do Espírito Santo.
Assim como em 1Co 11.3, a solicitação da submissão é fundamentada com a referência à criação: “Porque o homem é o cabeça da mulher.
É a esse Senhor que a igreja deve se subordinar. Se ela se “emancipasse” dele, perderia seu “Salvador” e consequentemente também a base de sua existência. Se outros “senhores” empurrassem o cabeça Jesus Cristo para segundo plano, ocupando o seu lugar, a igreja seria destruída. No curso da história da igreja repetidamente ocorreram tais descaminhos. Houve épocas em que a “imagem” do corpo de Cristo estava tão desfigurada que era quase impossível reconhecê-la como tal. Não obstante, seria uma atitude sumamente superficial avaliar a natureza da igreja apenas a partir do aspecto exterior. Em Ef 4.4. Paulo lembrou: “um só corpo e um só Espírito… um só Senhor, uma só fé, um só batismo.” Apesar de todas as tentativas de “inovação” e “mudança” Cristo continua sendo o cabeça de seu corpo, a igreja. Em cada época todos os membros do corpo precisam ser repetidamente chamados de volta para o senhorio de Cristo, retornando de seus múltiplos descaminhos. Somente assim a igreja é renovada como um todo e permanece por todos os tempos.

Introdução - Todo casal cristão, com um pouco de conhecimento bíblico, sabe de cor os deveres dos pais e dos filhos, listados em Efésios 5.22-24 e 6.1-4. Porém, a maioria, ou talvez todos, encontra grande dificuldade em viver o modelo de relacionamento familiar proposto pelo Apóstolo Paulo. Ao que parece, o problema reside em não conseguirem, entender e aplicar o princípio que rege a doutrina paulina destinada a “regulamentar” as relações domésticas. A constatação desta dificuldade é que fez surgir a lição que estudaremos agora.

OBJETIVO E RESUMO – TÓPICO 1 - Aprendendo que Cristo é o tema central da bíblia; a Família deve obedecer os princípios da autoridade e da unidade; e por fim chegando a Unidade da fé.
1. Entendendo o modelo bíblico para as relações familiares - A Bíblia é um livro escrito por várias pessoas, algumas separadas por período milenar de tempo; possui grande diversidade de conteúdo, porém, nela não há nenhuma informação casual ou isolada (2Pe 1.20). Tudo na Bíblia está inter-relacionado: uma informação leva a outra, um ensino remete a um princípio, que por sua vez faz parte de um conjunto de preceitos fundamentados no tema central das Escrituras Sagradas. Para localizarmos o princípio que rege ou embasa qualquer doutrina, devemos conhecer o tema central e identificar o secundário, procurar a palavra chave, que é aquela capaz de traduzir o sentido global do texto que apresenta a doutrina, e remetê-lo aos seus contextos imediatos e remotos. Estes procedimentos clareiam o texto e o tornam plenamente compreensível Vamos fazer isto agora com Efésios 5,22 - 6.1-4:
1.1. O tema central da Bíblia - Cristo está presente em todos os livros da Bíblia, mesmo no Livro de Ester, que sequer faz menção a Deus. Ali podemos ver Mardoqueu preparar Ester para interceder pelos judeus e anunciar-lhes o dia e o modo da salvação preparada para eles. Isto prefigura um dos aspectos do ministério de Jesus: Edificar a sua Igreja e capacitá-la a anunciar o Evangelho da Salvação aos que estão sentenciados à morte. Cada um dos Evangelhos apresenta Jesus por um ângulo específico. Em Mateus vemos a realeza de Jesus; em Marcos, Sua humilhação à forma de servo; em Lucas, Sua humanidade e, em João, Sua divindade. Tudo na Bíblia converge para Cristo. Isto faz dEle o tema central da Escritura e o constitui modelo para todos os aspectos da vida de seus discípulos. A Bíblia Sagrada foi dividida em capítulos no século XIII (entre 1234 e 1242) pelo teólogo Stephen Langhton, então Bispo de Canterbury, na Inglaterra, e professora da Universidade de Paris, na França. A divisão do Antigo Testamento em versículos foi estabelecida por estudiosos judeus das Escrituras Sagradas, chamadas de massoretas. Com hábitos monásticos e ascéticos, os massoretas dedicavam suas vidas a recitação e cópia das Escrituras, bem coma à formulação da gramática hebraica e técnicas didáticas de ensino do texto bíblico. Foram eles que, entre os séculos IX e X, primeiro dividiram o texto hebraica (do Antigo Testamento) em versículos, influenciado pelo trabalho dos massoretas no Antigo Testamento, um impressor francês chamado Robert d' Etiénne. Dividiu o Novo Testamento em versículos no ano de 1551. D' Etiénne morava então em Gênova, na Itália.
1.2. O princípio regente e a palavra-chave - Os subtemas centrais e secundários dos capítulos 4.6 - 6.1-4 são regidos pelo princípio da Autoridade de Deus. A porta que dá acesso ao princípio se encontra em Ef 4.6. É por causa dessa autoridade sobre tudo e todos e de Sua paternidade doada, gratuita e igualitariamente a todos os membros do corpo de Cristo, que deve haver unidade entre os membros da Igreja, pois em Cristo são todos filhos de Deus e, portanto, iguais. Para que a unidade do Corpo, subordinada à autoridade e paternidade de Deus se concretize, como no céu, são dadas instruções aos crentes quanto à vida deles nas sociedades terrenas. A palavra “como” rege essas instruções. Ela aparece 22 vezes de modo direto e uma vez no equivalente “no” Senhor (6.1). Das 23 aparições de "como” e seu equivalente, 13 estão relacionadas à autoridade de Deus e de Cristo. As demais se dividem em declarações, comparações negativas e positivas entre o como eram, como são, como não podem ser e como devem ser os crentes, para que a Unidade pretendida seja alcançada. Portanto, como é a chave que abre a porta à compreensão do nosso texto e se constitui o elemento aferidor das relações sociais dos cristãos.
1.3. O contexto - Para estudar o contexto, isolaremos os dezesseis versículos que tratam diretamente da Doutrina da Família Cristã. Eles serão nosso texto principal para esta lição. Vão de 5.22 a 6.1-4. O contexto remoto se apresente no capitulo 4, onde encontramos ensinamentos gerais sobre o procedimento dos crentes e em outras referencias bíblicas relacionadas, onde o objetivo principal a ser alcançado através de modo de proceder proposto por Paulo é "que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida de estatura completa de Cristo" (4.13) O contexto imediato vai de 5.1 ate o versículo 22, onde vemos que o principal motivo para que a família cristã se comporte da maneira descrita no texto é que todos os seus membros são filhos amados de Deus (5.1), logo são semelhantes a Deus e a Cristo e, por isso é que devem sujeitar-se uns aos outros em amor, como ao Senhor (5.21).

OBJETIVO E RESUMO – TÓPICO 2 - Ajudar a família cristã a alcançar a unidade através do modelo de relacionamento familiar proposto pela Bíblia; Ensinar que no céu a Autoridade é em sintonia; Autoridade não é autoritarismo; Submissão é como um circulo, hoje sirvo e amanhã sou servido.
2. Autoridade e submissão no sistema celestial - Embora as comparações das coisas celestiais com as terrenas sejam terrenas, elas servem para nos ajudar a entender as doutrinas bíblicas. Portanto, pense no céu como o sistema governado pelo Deus Trino. O Pai, o Filho e o Espírito Santo em perfeita sintonia submetem-se voluntariamente e cooperam para que todas as partes que compõem o sistema celestial funcionem perfeitamente e cumpram a sua missão. Pense na Igreja como uma grande organização, um subsistema, pertencente ao sistema celestial, da qual Cristo é a cabeça. Pense na família cristã como a unidade representativa básica da organização (Igreja). Embora possuam esferas de atuação diferentes, os subsistemas e as unidades representativas possuem valor igual para o sistema e têm a mesma missão. Os sucessos e fracassos de qualquer dos dois refletem um no outro e no cumprimento da missão. Um sistema pode ser definido como um conjunto de elementos inter-relacionados que interagem no desempenho de uma função. Todo sistema possui um objetivo geral a ser alcançado. A este objetivo damos o nome de missão. Esta é comum a todos os componentes do sistema, aos quais chamamos subsistemas e unidades representativas. Por exemplo: O Ministério da Saúde (MS) é um órgão federal. Sua missão é "definir a política nacional de saúde, exercer as correspondentes funções normativas e promover a respectiva execução e avaliar os resultados (Decreto Lei, nº 212/2006, art. 1°)”. As secretarias de saúde são subsistemas do MS e, portanto, possuem a mesma missão nas esferas estaduais e municipais. Todas os profissionais e empresas ligados à saúde também são subordinados ao MS e por ele são avaliados e fiscalizados, direta ou indiretamente, a fim de que cumpram a Política Nacional de Saúde. Todo o sistema celestial e o universo inteiro tem por missão declarar a glória de Deus e anunciar a obra da Suas mãos (Sl 19.1; ICo 10.31; 1.5,6).
2.1. Como são definidas as autoridades no sistema celestial? - Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo formam um único ser divino. Entretanto, diz a Escritura: Deus é a cabeça de Cristo (ICo 11.3). Este é o enviado de Deus (Lc 4.43; Jo 3.17) e o Espírito Santo é o enviado de Cristo (Jo 15.26). Mas, o próprio Jesus diz que o Espírito Santo o ungiu e enviou (Lc 4,18). Assim, vemos Cristo ora enviando, ora sendo enviado. Ora liderando, ora sendo liderado. Logo, entendemos que o critério aplicado é o da igualdade. Paulo já expusera em Ef 1.22 e 4.15 que Cristo é o “cabeça” de sua igreja. Tudo o que acontece na igreja deve ser orientado a partir dEle e em direção a Ele. Cada cristão é um membro incorporado nessa obra de arte e é determinado por Cristo. Como cabeça acima da igreja Cristo é ao mesmo tempo “Salvador do corpo”. Principalmente fica claro que a condição de Jesus Cristo como cabeça surge pela entrega de seu corpo. Por ter sido obediente até a morte na cruz Deus também o exaltou acima de todas as coisas.

2.2. Como a autoridade é exercida no sistema celestial? - Não é como nos sistemas autoritários terrenos, em que os governantes e detentores de cargos os exercem como um direito. Exigem o serviço dos governados e agem como se toda a comunidade existisse para promover o bem deles. Olham para o povo de cima para baixo, como se este fosse composto de seres inferiores e incapazes. No sistema celestial, entretanto, o exercício da autoridade é visto como um dever. Os detentores de autoridade são considerados servos (Lc 22.26). A autoridade é exercida como um serviço de amor (Jo 3.16). Exige renúncia, humildade e obediência. Jesus, sendo Deus e Senhor do sistema, cabeça (poder, autoridade e liderança) da Igreja e autoridade suprema do Universo, veio a este mundo para servir e não para ser servido, para dar e não para receber (Mt 20.28; Mc 10.45; F12.5-8). Sendo servo, ele é o Senhor. Sem esse serviço fundamental não haveria corpo, igreja. O corpo vive continuamente a partir da circunstância de que por meio de sua morte Jesus Cristo se tornou e continua sendo persistentemente o “Salvador”, o Redentor.
2.3. Como se dá a submissão no sistema celestial - Ela ocorre num ambiente de igualdade. Deus não escolhe quem deve se submeter baseado no critério de superioridade x inferioridade. Ele os escolhe em uma correspondência perfeita entre as partes de um todo. Assim, o sistema inteiro obedece a uma hierarquia pre–determinada por Deus, de modo que tudo e todos obedeçam e sejam obedecidos. Todos os filhos de Deus têm valor igual para Ele. A todos, em algum momento, é dada a oportunidade de liderarem e serem liderados. Por exemplo, o filho que hoje é submisso aos pais e por eles é servido, amanhã servirá aos próprios filhos e estes lhe serão submissos. Todos, liderados e líderes, são importantes e indispensáveis à boa ordem e funcionamento do sistema celestial. Nos sistemas e subsistemas terrenos, mesmo naqueles instituídos por Deus, como a família, liderados se sentem inferiores e injustiçados porque os relacionamentos foram contaminados pelo pecado, as funções são mal definidas e os papéis de cada um têm sido mal interpretados. Porém, quanto maior for o grau de conversão das pessoas a Cristo, tanto maior será a liberdade e a honra que perceberão haver na submissão cristã.

OBJETIVO E RESUMO – TÓPICO 3 - Promover, entre os alunos, o combate ao espírito de rebelião que se tem instalado no seio das Igrejas por conta de pessoas contaminadas por ideias machistas ou feministas e expor que a autoridade do marido deve seguir o modelo de Cristo; A esposa se submete ao marido como companheira, não como escrava; Os filhos devem honrar e obedecer aos pais como se para Deus.
3. Aplicando os princípios celestiais à família - Em meio à onda de feminismo que varre as sociedades atuais, a doutrina bíblica da autoridade e submissão parece ser, no entender de muitos, polêmica e ultrapassada. Porém, para os filhos de Deus, ela continua atual. Sua prática, subordinada ao elemento aferidor das relações familiares com o padrão utilizado no sistema celestial, é o único meio de salvaguardar a família e conduzi-la com êxito no cumprimento de sua missão. Segundo Paulo, o elemento aferidor é a palavra “como”, o padrão de autoridade é Cristo e o de submissão é a Igreja. A continuação da frase rebate qualquer iminente mal-entendido de que a posição de “cabeça” possa ser interpretada como “dominação”, inserindo também o homem na relação com Cristo: “como também Cristo é o cabeça da igreja; ele é o Salvador do corpo.”
Ainda que segundo a ordem da criação os maridos tenham de exercer a função do “cabeça” em relação às suas esposas e essa ordem também persista no matrimônio de cristãos, tanto maridos como esposas estão simultaneamente subordinados ao cabeça Cristo. Isso combate as diversas formas equivocadas do convívio conjugal: a dominação arbitrária do marido, bem como o esforço da esposa de meter o marido “no chinelo”: a recusa do marido em, como “cabeça”, assumir responsabilidade pela família e o esforço egoísta da mulher de emancipar-se às custas do matrimônio e da família.

3.1. Como o marido deve exercer sua autoridade - Como já vimos no tópico 2, a família cristã não é uma unidade social isolada e independente, pelo contrário, faz parte de um sistema do qual Jesus é a cabeça. Como tal, para que cumpra bem o seu papel, o marido deve seguir o molde que lhe foi proposto por seu líder maior: Jesus. Ora, como é que Cristo exerce Sua autoridade sobre a Igreja? Não a impõe pela força, mas é conquistada pelo amor. Amor que se dá, que entrega a própria vida pelo bem de sua amada (Ef 5.25). A autoridade de Cristo sobre a Igreja é o coroamento da encarnação (Mt 28.18). O marido deve perguntar: Como Cristo ama a Igreja? Amo minha mulher desse mesmo modo? Por que Cristo se sacrificou pela Igreja? Sacrifico-me por minha mulher por esses mesmos motivos? Amo, trato, cuido e educo meus filhos como Deus faz aos Seus?
3.2. De que modo a esposa deve submeter-se ao marido - Em primeiro lugar, precisamos considerar que a submissão da esposa ao marido não significa servidão nem inferioridade, mas uma incumbência, um direito que precisa ser exercido para o bom funcionamento da família como célula básica do Reino de Deus. A esposa cristã não deve agir como empregada do marido, mas como sua companheira, que faz tudo em acordo com ele e procura agradá-lo, como a Igreja age para com o Senhor. Ela sabe que a unidade da Igreja depende de famílias edificá-las e cimentadas no amor de Cristo e na comunhão do Espírito Santo. Quando as esposas são desafiadas a se “submeter aos maridos” “em tudo”, isso deve ser entendido com base no fato de que a igreja deve tudo a seu cabeça, Cristo, razão pela qual também está sujeita a ele em tudo.

3.3. Como os filhos devem se comportar nesta cadeia hierárquica - Praticando o mesmo princípio e padrão que os casais devem observar. Enquanto o marido deve cumprir seu papel em casa como Cristo o faz para com a Igreja, a esposa deve cumprir o seu papel no casamento como a Igreja o faz para com Cristo, os filhos devem honrar, obedecer e considerar os pais como ao próprio Deus, aprender com eles como quem aprende com o próprio Deus e receber deles amor, sustento, educação, disciplina como quem recebe do próprio Deus. Eles precisam: servir e submeter-se uns aos outras em amor (Ef 5,21); considerar, amar e cuidar uns dos outros (Jo 13.34; Rm 12.10).

Conclusão - Portanto, a autoridade e a submissão no corpo social, chamado Família Cristã, serão aplicadas de modo correto e eficaz quando foram regidas pelo mesmo princípio que rege a igreja: a autoridade pertence a Deus e Ele “colocou os membros no corpo, cada um deles como quis” (1Co 12.15). É fundamental entendermos que Deus mesmo deu os maridos para liderar o lar; as esposas para cooperarem e em concordância com o marido e esposa possam juntos exercitar a liderança e o aperfeiçoamento da família ao padrão que nos foi dado.

QUESTIONÁRIO
1. Como é composta a Bíblia? R: Tudo na Bíblia esta inter-relacionado: uma informação leva a outra, um ensino remete a um principio, que por sua vez faz parte de um conjunto de princípios fundamentados no lema central das Escrituras Sagradas.
2. Qual é o tema central da Bíblia? R: Jesus Cristo
3. Para que servem as comparações celestiais com as terrenas? R: Para nos ajudar a entender as doutrinas bíblicas.
4. Como são definidas as autoridades no sistema celestial? R: O critério usado é o da igualdade.
5. Como deve ser exercida a autoridade do marido? R: Imitando a Jesus Cristo, não imposta pela força, mas conquistada pelo amor.