O
modelo bíblico para as relações familiares
TEXTO
AUREO
- “Até que todos
cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a
varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo”.
Ef 4.13
VERDADE
APLICADA
- Para os filhos de Deus, a doutrina bíblica da
autoridade e submissão continua atual e praticá-la do modo bíblico
é o único meio de salvaguardar a família e conduzi-la com êxito
no cumprimento de sua missão.
TEXTOS
DE REFERÊNCIA
– (Ef
5. 22-25) 22 Vós, mulheres,
sujeitai-vos a vosso marido, como ao Senhor;
23 -
porque o marido é a cabeça da mulher como também
Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do
corpo. 24
- De sorte que, assim como a igreja
está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo
sujeitas a seu marido. 25
- Vós, maridos, amai vossa mulher,
como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.
SUBSÍDIO
TEOLÓGICO
– A exortação geral é seguida pela solicitação dirigida às
esposas: “As
mulheres se submetam a seus maridos como ao Senhor.”
Com essa afirmação Paulo se refere à posição que Deus atribui à
esposa no contexto da ordem da criação. Em 1Co 11.7-9 o apóstolo
explica esse contexto. Além disso, Fm 2.13 remete à queda no pecado
adicionalmente à criação. De acordo com a sentença de punição
de Deus em Gn 3.16 o homem deve ser o senhor da esposa.
É
digno de nota que a nova comunhão entre homens e mulheres instituída
em Jesus Cristo não revoga a relação entre marido e esposa
estabelecida na criação nem a que foi imposta depois da queda. O
fato de que a relação apesar disso possui uma marca realmente nova
pode ser notada pelo adendo “no Senhor”: em sua essência, a
subordinação ao marido apenas corresponde à subordinação ao
Senhor. Dessa forma a ligação conjugal é inserida na moldura
incomparavelmente maior da ligação com o Senhor da igreja. Isso não
revoga a “lei”, que ainda assim é perpassada e reconfigurada
pela nova realidade do Espírito Santo.
Assim
como em 1Co 11.3, a solicitação da submissão é fundamentada com a
referência à criação: “Porque o homem é o cabeça da
mulher.”
É
a esse Senhor que a igreja deve se subordinar. Se ela se
“emancipasse” dele, perderia seu “Salvador” e
consequentemente também a base de sua existência. Se outros
“senhores” empurrassem o cabeça Jesus Cristo para segundo plano,
ocupando o seu lugar, a igreja seria destruída. No curso da história
da igreja repetidamente ocorreram tais descaminhos. Houve épocas em
que a “imagem” do corpo de Cristo estava tão desfigurada que era
quase impossível reconhecê-la como tal. Não obstante, seria uma
atitude sumamente superficial avaliar a natureza da igreja apenas a
partir do aspecto exterior. Em Ef 4.4. Paulo
lembrou: “um só corpo e um só
Espírito… um só Senhor, uma só fé, um só batismo.”
Apesar de todas as tentativas de “inovação” e “mudança”
Cristo continua sendo o cabeça de seu corpo, a igreja. Em cada época
todos os membros do corpo precisam ser repetidamente chamados de
volta para o senhorio de Cristo, retornando de seus múltiplos
descaminhos. Somente assim a igreja é renovada como um todo e
permanece por todos os tempos.
Introdução
- Todo casal cristão, com um pouco de conhecimento bíblico,
sabe de cor os deveres dos pais e dos filhos, listados em Efésios
5.22-24 e 6.1-4. Porém, a maioria, ou talvez todos, encontra grande
dificuldade em viver o modelo de relacionamento familiar proposto
pelo Apóstolo Paulo. Ao que parece, o problema reside em não
conseguirem, entender e aplicar o princípio que rege a doutrina
paulina destinada a “regulamentar” as relações domésticas. A
constatação desta dificuldade é que fez surgir a lição que
estudaremos agora.
OBJETIVO
E RESUMO – TÓPICO 1
- Aprendendo
que Cristo é o tema central da bíblia; a Família deve obedecer os
princípios da autoridade e da unidade; e por fim chegando a Unidade
da fé.
1.
Entendendo o modelo bíblico para as relações familiares - A
Bíblia é um livro escrito por várias pessoas, algumas separadas
por período milenar de tempo; possui grande diversidade de conteúdo,
porém, nela não há nenhuma informação casual ou isolada (2Pe
1.20). Tudo na Bíblia está inter-relacionado: uma informação leva
a outra, um ensino remete a um princípio, que por sua vez faz parte
de um conjunto de preceitos fundamentados no tema central das
Escrituras Sagradas. Para localizarmos o princípio que rege ou
embasa qualquer doutrina, devemos conhecer o tema central e
identificar o secundário, procurar a palavra chave, que é aquela
capaz de traduzir o sentido global do texto que apresenta a doutrina,
e remetê-lo aos seus contextos imediatos e remotos. Estes
procedimentos clareiam o texto e o tornam plenamente compreensível
Vamos fazer isto agora com Efésios 5,22 - 6.1-4:
1.1.
O tema central da Bíblia - Cristo está
presente em todos os livros da Bíblia, mesmo no Livro de Ester, que
sequer faz menção a Deus. Ali podemos ver Mardoqueu preparar Ester
para interceder pelos judeus e anunciar-lhes o dia e o modo da
salvação preparada para eles. Isto prefigura um dos aspectos do
ministério de Jesus: Edificar a sua Igreja e capacitá-la a
anunciar o Evangelho da Salvação aos que estão sentenciados à
morte. Cada um dos Evangelhos apresenta Jesus por um ângulo
específico. Em Mateus vemos a realeza de Jesus; em Marcos, Sua
humilhação à forma de servo; em Lucas, Sua humanidade e, em João,
Sua divindade. Tudo na Bíblia converge para Cristo. Isto faz dEle o
tema central da Escritura e o constitui modelo para todos os aspectos
da vida de seus discípulos. A
Bíblia Sagrada foi dividida em capítulos no século XIII (entre
1234 e 1242) pelo teólogo Stephen Langhton, então Bispo de
Canterbury, na Inglaterra, e professora da Universidade de Paris, na
França. A divisão do Antigo Testamento em versículos foi
estabelecida por estudiosos judeus das Escrituras
Sagradas, chamadas
de massoretas. Com hábitos monásticos e ascéticos, os massoretas
dedicavam suas vidas a recitação e cópia das Escrituras, bem coma
à formulação da gramática hebraica e técnicas didáticas de
ensino do texto bíblico. Foram eles que, entre os séculos IX e X,
primeiro dividiram o texto hebraica (do Antigo Testamento) em
versículos, influenciado pelo trabalho dos massoretas no Antigo
Testamento, um impressor francês chamado Robert d' Etiénne. Dividiu
o Novo Testamento em versículos no ano de 1551. D' Etiénne morava
então em Gênova, na Itália.
1.2.
O princípio regente e a palavra-chave - Os
subtemas centrais e secundários dos capítulos 4.6
- 6.1-4 são regidos pelo princípio
da Autoridade de Deus. A porta que dá acesso ao princípio se
encontra em Ef 4.6. É por causa dessa autoridade sobre tudo e todos
e de Sua paternidade doada, gratuita e igualitariamente a todos os
membros do corpo de Cristo, que deve haver unidade entre os membros
da Igreja, pois em Cristo são todos filhos de Deus e, portanto,
iguais. Para que a unidade do Corpo, subordinada à autoridade e
paternidade de Deus se concretize, como no céu, são dadas
instruções aos crentes quanto à vida deles nas sociedades
terrenas. A palavra “como” rege essas instruções. Ela aparece
22 vezes de modo direto e uma vez no equivalente “no” Senhor
(6.1). Das 23 aparições de "como” e seu equivalente, 13
estão relacionadas à autoridade de Deus e de Cristo. As demais se
dividem em declarações, comparações negativas e positivas entre o
como eram, como são, como não podem ser e como devem ser os
crentes, para que a Unidade pretendida seja alcançada. Portanto,
como é a chave que abre a porta à compreensão do nosso texto e se
constitui o elemento aferidor das relações sociais dos cristãos.
1.3.
O contexto - Para estudar o contexto,
isolaremos os dezesseis versículos que tratam diretamente da
Doutrina da Família Cristã. Eles serão nosso texto principal para
esta lição. Vão de 5.22 a 6.1-4. O contexto remoto se apresente no
capitulo 4, onde encontramos ensinamentos gerais sobre o procedimento
dos crentes e em outras referencias bíblicas relacionadas, onde o
objetivo principal a ser alcançado através de modo de proceder
proposto por Paulo é "que todos
cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a
homem perfeito, à medida de estatura completa de Cristo"
(4.13) O contexto imediato vai de 5.1 ate o versículo 22, onde vemos
que o principal motivo para que a família cristã se comporte da
maneira descrita no texto é que todos os seus membros são filhos
amados de Deus (5.1), logo são semelhantes a Deus e a Cristo e, por
isso é que devem sujeitar-se uns aos outros em amor, como ao Senhor
(5.21).
OBJETIVO
E RESUMO – TÓPICO 2
- Ajudar
a família cristã a alcançar a unidade através do modelo de
relacionamento familiar proposto pela Bíblia; Ensinar
que no céu a Autoridade é em sintonia; Autoridade não é
autoritarismo; Submissão é como um circulo, hoje sirvo e amanhã
sou servido.
2.
Autoridade e submissão no sistema celestial - Embora
as comparações das coisas celestiais com as terrenas sejam
terrenas, elas servem para nos ajudar a entender as doutrinas
bíblicas. Portanto, pense no céu como o sistema governado pelo Deus
Trino. O Pai, o Filho e o Espírito Santo em perfeita sintonia
submetem-se voluntariamente e cooperam para que todas as partes que
compõem o sistema celestial funcionem perfeitamente e cumpram a sua
missão. Pense na Igreja como uma grande organização, um
subsistema, pertencente ao sistema celestial, da qual Cristo é a
cabeça. Pense na família cristã como a unidade representativa
básica da organização (Igreja). Embora possuam esferas de atuação
diferentes, os subsistemas e as unidades representativas possuem
valor igual para o sistema e têm a mesma missão. Os sucessos e
fracassos de qualquer dos dois refletem um no outro e no cumprimento
da missão. Um sistema pode
ser definido como um conjunto de elementos inter-relacionados que
interagem no desempenho de uma função. Todo sistema possui um
objetivo geral a ser alcançado. A este objetivo damos o nome de
missão. Esta é comum a todos os componentes do sistema, aos quais
chamamos subsistemas e unidades representativas. Por exemplo: O
Ministério da Saúde (MS) é um órgão federal. Sua missão é
"definir a política nacional de saúde, exercer as
correspondentes funções normativas e promover a respectiva execução
e avaliar os resultados (Decreto Lei, nº 212/2006, art. 1°)”. As
secretarias de saúde são subsistemas do MS e, portanto, possuem a
mesma missão nas esferas estaduais e municipais. Todas os
profissionais e empresas ligados à saúde também são subordinados
ao MS e por ele são avaliados e fiscalizados, direta ou
indiretamente, a fim de que cumpram a Política Nacional de Saúde.
Todo o sistema celestial e o universo inteiro tem por missão
declarar a glória de Deus e anunciar a obra da Suas mãos (Sl 19.1;
ICo 10.31; 1.5,6).
2.1.
Como são definidas as autoridades no sistema celestial? - Deus
Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo formam um único ser divino.
Entretanto, diz a Escritura: Deus é a cabeça de Cristo (ICo 11.3).
Este é o enviado de Deus (Lc 4.43; Jo 3.17) e o Espírito Santo é o
enviado de Cristo (Jo 15.26). Mas, o próprio Jesus diz que o
Espírito Santo o ungiu e enviou (Lc 4,18). Assim, vemos Cristo ora
enviando, ora sendo enviado. Ora liderando, ora sendo liderado. Logo,
entendemos que o critério aplicado é o da igualdade. Paulo
já expusera em Ef 1.22 e 4.15 que Cristo é o “cabeça” de sua
igreja. Tudo o que acontece na igreja deve ser orientado a partir
dEle e em direção a Ele. Cada cristão é um membro incorporado
nessa obra de arte e é determinado por Cristo. Como cabeça acima da
igreja Cristo é ao mesmo tempo “Salvador do corpo”.
Principalmente fica claro que a condição de Jesus Cristo como
cabeça surge pela entrega de seu corpo. Por ter sido obediente até
a morte na cruz Deus também o exaltou acima de todas as coisas.
2.2.
Como a autoridade é exercida no sistema celestial? - Não é
como nos sistemas autoritários terrenos, em que os governantes e
detentores de cargos os exercem como um direito. Exigem o serviço
dos governados e agem como se toda a comunidade existisse para
promover o bem deles. Olham para o povo de cima para baixo, como se
este fosse composto de seres inferiores e incapazes. No sistema
celestial, entretanto, o exercício da autoridade é visto como um
dever. Os detentores de autoridade são considerados servos (Lc
22.26). A autoridade é exercida como um serviço de amor (Jo 3.16).
Exige renúncia, humildade e obediência. Jesus, sendo Deus e Senhor
do sistema, cabeça (poder, autoridade e liderança) da Igreja e
autoridade suprema do Universo, veio a este mundo para servir e não
para ser servido, para dar e não para receber (Mt 20.28; Mc 10.45;
F12.5-8). Sendo servo, ele é o Senhor. Sem
esse serviço fundamental não haveria corpo, igreja. O corpo vive
continuamente a partir da circunstância de que por meio de sua morte
Jesus Cristo se tornou e continua sendo persistentemente o
“Salvador”, o Redentor.
2.3.
Como se dá a submissão no sistema celestial - Ela
ocorre num ambiente de igualdade. Deus não escolhe quem deve se
submeter baseado no critério de superioridade x inferioridade. Ele
os escolhe em uma correspondência perfeita entre as partes de um
todo. Assim, o sistema inteiro obedece a uma hierarquia
pre–determinada por Deus, de modo que tudo e todos obedeçam e
sejam obedecidos. Todos os filhos de Deus têm valor igual para Ele.
A todos, em algum momento, é dada a oportunidade de liderarem e
serem liderados. Por exemplo, o filho que hoje é submisso aos pais e
por eles é servido, amanhã servirá aos próprios filhos e estes
lhe serão submissos. Todos, liderados e líderes, são importantes e
indispensáveis à boa ordem e funcionamento do sistema celestial.
Nos sistemas e subsistemas terrenos, mesmo naqueles instituídos por
Deus, como a família, liderados se sentem inferiores e injustiçados
porque os relacionamentos foram contaminados pelo pecado, as funções
são mal definidas e os papéis de cada um têm sido mal
interpretados. Porém, quanto maior for o grau de conversão das
pessoas a Cristo, tanto maior será a liberdade e a honra que
perceberão haver na submissão cristã.
OBJETIVO
E RESUMO – TÓPICO 3
- Promover,
entre os alunos, o combate ao espírito de rebelião que se tem
instalado no seio das Igrejas por conta de pessoas contaminadas por
ideias machistas ou feministas e expor
que a autoridade do marido deve seguir o modelo de Cristo; A esposa
se submete ao marido como companheira, não como escrava; Os filhos
devem honrar e obedecer aos pais como se para Deus.
3.
Aplicando os princípios celestiais à família - Em
meio à onda de feminismo que varre as sociedades atuais, a doutrina
bíblica da autoridade e submissão parece ser, no entender de
muitos, polêmica e ultrapassada. Porém, para os filhos de Deus, ela
continua atual. Sua prática, subordinada ao elemento aferidor das
relações familiares com o padrão utilizado no sistema celestial, é
o único meio de salvaguardar a família e conduzi-la com êxito no
cumprimento de sua missão. Segundo Paulo, o elemento aferidor é a
palavra “como”, o padrão de autoridade é Cristo e o de
submissão é a Igreja. A
continuação da frase rebate qualquer iminente mal-entendido de que
a posição de “cabeça” possa ser interpretada como “dominação”,
inserindo também o homem na relação com Cristo: “como
também Cristo é o cabeça da igreja; ele é o Salvador do corpo.”
Ainda
que segundo a ordem da criação os maridos tenham de exercer a
função do “cabeça” em relação às suas esposas e essa ordem
também persista no matrimônio de cristãos, tanto maridos como
esposas estão simultaneamente subordinados ao cabeça Cristo. Isso
combate as diversas formas equivocadas do convívio conjugal: a
dominação arbitrária do marido,
bem como o esforço da esposa de meter o marido
“no chinelo”: a recusa do marido em, como “cabeça”, assumir
responsabilidade pela família e o esforço egoísta da mulher de
emancipar-se às custas do matrimônio e da família.
3.1.
Como o marido deve exercer sua autoridade - Como
já vimos no tópico 2, a família cristã não é uma unidade social
isolada e independente, pelo contrário, faz parte de um sistema do
qual Jesus é a cabeça. Como tal, para que cumpra bem o seu papel, o
marido deve seguir o molde que lhe foi proposto por seu líder maior:
Jesus. Ora, como é que Cristo exerce Sua autoridade sobre a Igreja?
Não a impõe pela força, mas é conquistada pelo amor. Amor que se
dá, que entrega a própria vida pelo bem de sua amada (Ef 5.25). A
autoridade de Cristo sobre a Igreja é o coroamento da encarnação
(Mt 28.18). O marido deve
perguntar: Como Cristo ama a Igreja? Amo minha mulher desse mesmo
modo? Por que Cristo se sacrificou pela Igreja? Sacrifico-me por
minha mulher por esses mesmos motivos? Amo, trato, cuido e educo meus
filhos como Deus faz aos Seus?
3.2.
De que modo a esposa deve submeter-se ao marido - Em primeiro
lugar, precisamos considerar que a submissão da esposa ao marido não
significa servidão nem inferioridade, mas uma incumbência, um
direito que precisa ser exercido para o bom funcionamento da família
como célula básica do Reino de Deus. A esposa cristã não deve
agir como empregada do marido, mas como sua companheira, que faz tudo
em acordo com ele e procura agradá-lo, como a Igreja age para com o
Senhor. Ela sabe que a unidade da Igreja depende de famílias
edificá-las e cimentadas no amor de Cristo e na comunhão do
Espírito Santo. Quando as esposas são
desafiadas a se “submeter aos
maridos” “em tudo”, isso deve
ser entendido com base no fato de que a igreja deve tudo a seu
cabeça, Cristo, razão pela qual também está sujeita a ele em
tudo.
3.3.
Como os filhos devem se comportar nesta cadeia hierárquica -
Praticando o mesmo princípio e padrão que os casais devem
observar. Enquanto o marido deve cumprir seu papel em casa como
Cristo o faz para com a Igreja, a esposa deve cumprir o seu papel no
casamento como a Igreja o faz para com Cristo, os filhos devem
honrar, obedecer e considerar os pais como ao próprio Deus, aprender
com eles como quem aprende com o próprio Deus e receber deles amor,
sustento, educação, disciplina como quem recebe do próprio Deus.
Eles precisam: servir e submeter-se uns aos outras em amor (Ef 5,21);
considerar, amar e cuidar uns dos outros (Jo 13.34; Rm 12.10).
Conclusão
- Portanto, a autoridade e a submissão no corpo social, chamado
Família Cristã, serão aplicadas de modo correto e eficaz quando
foram regidas pelo mesmo princípio que rege a igreja: a autoridade
pertence a Deus e Ele “colocou os membros no corpo, cada um
deles como quis” (1Co 12.15). É fundamental entendermos que
Deus mesmo deu os maridos para liderar o lar; as esposas para
cooperarem e em concordância com o marido e esposa possam juntos
exercitar a liderança e o aperfeiçoamento da família ao padrão
que nos foi dado.
QUESTIONÁRIO
1.
Como é composta a Bíblia?
R: Tudo
na Bíblia esta inter-relacionado: uma informação leva a outra, um
ensino remete a um principio, que por sua vez faz parte de um
conjunto de princípios fundamentados no lema central das Escrituras
Sagradas.
2.
Qual é o tema central da Bíblia? R:
Jesus Cristo
3.
Para que servem as comparações celestiais com as terrenas?
R: Para nos ajudar a entender
as doutrinas bíblicas.
4.
Como são definidas as autoridades no sistema celestial? R:
O critério usado é o da igualdade.
5.
Como deve ser exercida a autoridade do marido? R:
Imitando a Jesus Cristo, não imposta pela força, mas conquistada
pelo amor.

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